Junto à Porta, Fora do Templo


Deus mostrou quanto nos amou, enviando o Seu único Filho a este mundo pecaminoso para trazer-nos a vida eterna por meio da Sua morte. 1 João 4:9, BV

Muitas sugestões são oferecidas ao ser humano que deseja adquirir a felicidade a todo custo. A única solução, porém, está sendo descartada. Hoje se fala muito em “auto-ajuda” e que, tendo energia interior e pensamento positivo, se pode conseguir tudo o que se deseja. Essa e outras fórmulas não passam de engenhosas artimanhas do diabo que, no fim, se mostram vazias e frustrantes.

O pastor Richards Jr. descreve um camponês que declarou: “Por muito tempo, nosso costume era convidar um religioso para abençoar nossos campos no início da plantação. Porém, nestes novos tempos não mais precisamos dos seus préstimos e das orações. Agora, temos fertilizantes industrializados, tratores e equipamentos modernos para nos ajudar.” Isso é o mesmo que dizer: “Com a ciência e a tecnologia, não mais preciso de Deus… Eu posso.”

No mundo secularizado, em “nós podemos” está a felicidade e a solução de todos os problemas básicos. É o mesmo que sentar numa cadeira e procurar levantá-la do chão, puxando-a para cima por nós mesmos.

Pela Porta Formosa do Templo de Jerusalém passavam sacerdotes, rabinos, comerciantes, enfim, muita gente ilustre e rica que diariamente via aquele aleijado, sempre no mesmo lugar, pedindo esmola. E tudo o que faziam era dar-lhe algumas moedas e nada mais – soluções humanas! E o homem continuava paralítico necessitado.

Mas quando passou por ali um homem chamado Pedro, tudo mudou. É que ele havia estado com Jesus. Vendo aquele inválido, Pedro lhe disse: “Olha para nós.” O paralítico olhou e esperou talvez uma moeda. Pedro continuou. “Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho isto te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!” E o homem andou e entrou no templo pela primeira vez, para adorar e louvar a Deus – soluções divinas!

Roy E. Graham disse que “a humanidade claudicante, à semelhança do paralítico, está junto à Porta Formosa, mas do lado de fora da igreja”. Nosso dever é convidá-la a entrar para experimentar em sua vida o poder transformador de Jesus, que é a fonte de toda a felicidade.

Tenhamos sempre em mente que, por nós mesmos, nada é possível conseguir; mas podemos obter tudo por meio do Cristo que nos fortalece.

REFLEXÃO: “Como é feliz aquele que tem as suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados” (Sl 32:1, NVI).

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