“Adventista, o que é Isto?”


O Senhor é bom e justo; Ele tem prazer em ensinar o caminho certo aos pecadores. Salmo 25:8, BV

Aconteceu em Vitória da Conquista, estado da Bahia. As colportoras chamavam-se Marinalva Nogueira e Iara Matos. Colportora ou colportor é uma denominação dada ao agente cristão que distribui ou vende, de porta em porta, Bíblias ou livros de natureza religiosa. Marinalva contou-me que ela e sua colega, Iara, iniciaram o trabalho de colportagem no Bairro das Pedrinhas. Batendo à porta de uma casa humilde, um senhor de aproximadamente 65 anos de idade as atendeu. Feitos os contatos iniciais, foram convidadas a entrar.

Terminada a demonstração, ele disse que aqueles livros não lhe interessavam e que elas estavam empatando seu tempo. As colportoras, porém, não desistiram. E o senhor continuou: “Já passaram por aqui outros vendedores de livros, todos querendo que eu deixasse minha fé…”

Curiosas, as moças perguntaram qual era sua fé ou religião. Ele respondeu que era guardador do sábado havia dezesseis anos.

– O senhor, por acaso, é adventista do sétimo dia? – perguntaram.

– Adventista, o que é isso? Nunca ouvi essa palavra – disse aquele homem. Então, elas lhe revelaram que também guardavam o sábado.

– Graças a Deus que existem outras pessoas que também guardam o sábado! – exclamou ele entusiasmado, e as moças viram o primeiro sorriso no seu rosto. Diante disso, elas acharam que podiam falar mais coisas àquele homem, e prosseguiram:

– O senhor é guardador do sábado e fuma?

– E não posso?… Se é assim, não fumo mais! – e atirou o cigarro para longe.

As colportoras quiseram saber como foi que ele descobriu a observância do sábado. Ele respondeu que não foi por intermédio de pessoas. Mostrou uma velha Bíblia disse: – Foi neste livro! – As moças notaram que muitas citações que faziam referência ao sábado estavam sublinhadas. Então, o homem completou: – Agora, me considero um adventista do sétimo dia!

A esposa desse observador do sábado era cega. As jovens colportoras falaram da esperança da volta de Cristo e de um dia em que ela voltaria a enxergar. Ao ouvir aquelas palavras, ela chorou de felicidade e emoção.

Essas são algumas das alegrias que a colportagem proporciona tanto para os que levam os livros como para os que os recebem. Fui colportor quando estudante, e também vivi experiências gratificantes como essa.

REFLEXÃO: “Guia os humildes na justiça e ensina aos mansos o Seu caminho” (Sl 25:9).

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