É Urgente uma Reforma – 2


 Trabalhareis seis dias, mas o sétimo dia vos será santo, o sábado do repouso solene ao Senhor. Êxodo 35:2

Deus estabeleceu princípios para a guarda do sábado. Se santificar esse dia não fortalecer nosso relacionamento com Deus, se não sentimos prazer e alegria em estar na igreja com os irmãos para participar das atividades religiosas ali realizadas, não estamos santificando o sábado; estamos simplesmente tirando um dia de folga, o que poderíamos fazer em qualquer outro dia da semana.

A genuína observância do sábado deve levar-nos a uma experiência espiritual mais profunda e íntima com Deus. Isso é observar o sábado em espírito e em verdade.

Os que se dispõem a observar o sábado devem tomar providências para fazê-lo sem levar em conta qualquer atenuante que o trabalho lhes possa sugerir. Conversão significa uma mudança de conceito e de estado em relação às normas divinas, não uma acomodação ou justificativa que facilite concessões à custa do sacrifício de princípios.

Como já disse antes, nosso envolvimento em casos de emergência, onde vidas humanas estão em perigo é justificável do ponto de vista bíblico, desde que não se torne rotina, meio de sobrevivência ou, ainda, que redunde em lucros materiais. Guardar o sábado de vez em quando, segundo escala de serviço rotineiro, não é observar o sábado segundo o mandamento, mas subordinar a Lei de Deus a um simples regimento interno de uma empresa ou instituição.

Não guardar o sábado é transgressão da Lei de Deus. O sábado é uma linha demarcatória que não admite ingerências. Dificuldades em guardá-lo não surpreendem, pois esse aspecto acompanha a grande maioria dos conversos no início da caminhada cristã, seja qual for a profissão. Devemos guardar o sábado não conforme nossos critérios, mas segundo os critérios de Deus.

É importante evitar os extremos. Não devemos ser legalistas, tão pouco liberais na guarda do sábado. A observância desse dia santo não deve ser considerada um jugo, mas um prazer. Ela deve ser caracterizada pelo equilíbrio e bom senso. Segundo R. Davidson, “a família aprecia o primoroso deleite do sábado como algo que transcende a toda alegria terrestre”.

REFLEXÃO: “Alegrei-me quando me disseram: vamos à Casa do Senhor” (Sl 122:1).

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