A Mentira


A mentira tem pernas curtas! A testemunha falsa será castigada, e o mentiroso não escapará. Provérbios 19:5, BV

Alguém mentiu! O estrago está feito: pessoas amarguradas, reputações aviltadas e corações feridos! Outros, em contrapartida, ficam felizes e satisfeitos pelo mal que causaram.

A mentira é uma das práticas mais comuns em nossos dias. Nenhum crime de corrupção seria possível se não houvesse mentira. Aliás, o pecado arruinou nosso mundo porque Satanás proferiu uma mentira lá no Jardim do Éden.

Uma senhora, membro de uma igreja, espalhou boatos a respeito de um senhor da mesma igreja. Quando o fato chegou ao conhecimento dele, os comentários já iam longe, bem longe. Então, ele chamou aquela senhora para uma conversa e, finalmente, ela reconheceu o erro. Arrependida, confessou o mal que havia feito e pediu perdão.

A pessoa ofendida lhe pediu uma só coisa a título de reparação: ela devia pegar um travesseiro de penas, subir o morro que havia nas imediações, num dia de bastante vento, rasgar o travesseiro e deixar as penas se espalharem ao vento. O resultado foi o que se podia esperar. O vento levou aquelas penas a uma grande distância, que podiam ser vistas por todos os cantos. – Agora, a senhora tente recolher todas as penas espalhadas e recolocá-las de novo no travesseiro. – A resposta foi o óbvio: – Impossível!

Uma pessoa mente e a mentira vai se alastrando e queimando como fogo a honra alheia. Mesmo que haja confissão e arrependimento, o mal está feito. A louça está trincada; nunca mais será uma louça inteira na cabeça de alguns. “Veracidade e integridade são atributos de Deus […] Nunca profiram inverdades […] Mesmo uma leve mentira não deve ser permitida” (Ellen G. White, Minha Consagração Hoje [MD 1989], p. 331).

Qualquer desvio do que é reto e verdadeiro, seja em palavras, ações ou em qualquer situação do cotidiano, pode parecer coisa de pouca importância – “é só uma mentirinha” – no conceito de alguns, mas não no conceito de Deus. Mentira é pecado e pecado é separação de Deus.

“O homem que perseverantemente pratique a verdade, ganhará a confiança de todos. Não só confiarão nele seus irmãos de fé, mas os descrentes serão constrangidos a reconhecê-lo como um homem de honra” (ibid., p. 330).

Pela graça de Deus sejamos pessoas assim, em quem os outros possam confiar!

REFLEXÃO: “O remanescente de Israel não cometerá iniqüidade, nem proferirá mentira, e na sua boca não se achará língua enganosa” (Sf 3:13, ARA).

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