Deus Sabe, Deus Ouve, Deus Vê


Antes, lhe abrirás de todo a mão e lhe emprestarás o que lhe falta, quanto baste para a sua necessidade. Deuteronômio 15:8

Ontem, começamos a falar sobre Cláudio Leal e seu chamado para o serviço religioso. A casa que eles compraram em Arthur Nogueira, próximo ao seminário de Teologia, estava rebocada, mas sem pintura; as portas já estavam colocadas; os vitrôs assentados, mas sem vidros. Não havia instalação elétrica, não havia muro. E, o pior de tudo, o dinheiro havia acabado. Entraram na casa assim como estava e levaram o problema a Deus em oração.

No dia seguinte, Cláudio teve a intuição de ir ao banco. Ele sabia que não tinha dinheiro. Mas, ao passar o cartão, verificou que havia um bom saldo positivo. “Não é possível! Por certo houve um engano”, pensou. Telefonou para o Colégio Adventista de Santo André onde lecionaram e foi-lhe dito que a comissão administrativa resolveu dar-lhes uma gratificação pelo trabalho que haviam prestado à instituição. O dinheiro que receberam foi suficiente para terminar a casa.

A professora Térbia conseguiu trabalho, mas o que ganhava não era suficiente para as despesas da casa e dos estudos. Chegaram ao ponto de não ter nenhum mantimento em casa, e as crianças ficarem com fome. Já quase noite, Térbia foi ao quintal e colheu algumas folhas, fez um chá e deu para as crianças tomarem com um pouco de pipoca que restara.

Depois que os filhos dormiram, os dois oraram, reclamaram as promessas de Deus e também foram dormir. De manhã, quando Térbia já havia saído para o trabalho, a filha menor acordou e pediu mamadeira. O pai entrou no quarto e pôs-se a orar. Ainda estava orando, quando o filho mais velho o chamou, dizendo que alguém estava batendo à porta. Cláudio foi atender. Era o dono de uma mercearia, que morava na mesma rua de sua casa. Entrou, conversaram, o homem despediu-se e foi embora.

Ao voltar, Cláudio notou que aquele senhor havia deixado ali no piso da sala algumas sacolas. Tomou-as e foi devolvê-las. Ao chegar à sua casa, aquele homem colocou a mão no ombro do Cláudio e foi logo dizendo: “Homem de Deus, nesta noite eu tive a impressão de que vocês estavam passando necessidade. Isto é para vocês. De hoje em diante, não mais precisarão passar necessidade.”

Verdadeiramente, “Deus sabe, Deus ouve, Deus vê!” (Hinário Adventista, n° 500). – EGS

REFLEXÃO: “O Senhor é o meu Pastor; nada me faltará” (Sl 23:1).

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: