O Hábito da Oração Mental


Orai sem cessar. 1 Tessalonicenses 5:17

O conselho que o apóstolo queria dar aos tessalonicenses e, por projeção, aos cristãos de todos os tempos e lugares, é que devemos orar sempre e sem cessar, o que significa que nenhum hiato deve haver na vida de oração de um cristão. O que Ele queria dizer é que nada deve interromper esse constante hábito de orar. Ele insistia com os crentes para que desenvolvessem o hábito da oração a ponto de que não pudessem viver sem ela, assim como não podemos viver sem respirar.

Podemos elevar-nos a Deus em oração constante, manifestando-nos em palavras audíveis ou apenas em pensamento. “Não há tempo nem lugares impróprios para fazer uma prece a Deus […] Entre as pessoas na rua, ou em meio a uma transação comercial, podemos elevar a Deus um pedido, solicitando a direção divina.” A seguir, há outra declaração: “E enquanto você executa seus afazeres diários, ore muitas vezes […] Essas orações silenciosas sobem para o trono da graça como se fossem precioso incenso. Satanás não pode vencer aquele que dessa maneira se firma em Deus” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 99, 98).

Como o diabo não pode ler nossos pensamentos e não pode, também, adivinhar o que estamos conversando, fica impossibilitado de colocar dúvidas em nossa mente, sobre as providências de Deus a nosso respeito.

Esse recurso pode ser também uma oportunidade para a oração quando estamos numa sala de espera, numa sala de audiência, num tribunal, em qualquer recinto público, fazendo um exame numa sala de aula ou em outro local em que a presença de pessoas dificulta nossa conversa com Deus.

Hoje, se estivermos ao volante de um carro em movimento, falando num celular, poderemos ser multados. Isso, porém, jamais acontece quando estamos sintonizados com Deus através do “celular” mental da oração. Ninguém vai nos multar, mesmo que estejamos em pleno trânsito.

A oração mental é poderosamente eficaz, pois não há lugar nem circunstâncias que possam nos impedir de fazê-la, nem mesmo uma prisão. Ela estabelece uma intimidade com Deus, nosso Pai, pois é próprio do filho pensar no pai, especialmente quando se encontra em extrema aflição.

REFLEXÃO: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos” (Sl 139:23).

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