A Vitória de Maria


Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente são boas. Eclesiastes 11:6

Tomás perguntou: “A que igreja pertence esse pregador?” E Maria respondeu: “É da Igreja Adventista do Sétimo Dia.” Essa é uma das citações finais do livro A Vitória de Maria, editado pela Casa Publicadora Brasileira.

Igreja Adventista do Sétimo Dia – esse nome ficou gravado no subconsciente de Arnaldo, após a leitura do livro A Vitória de Maria.

Em 1949, colportei na cidade de Pirajuí, interior do estado de São Paulo, vendendo um jogo de pequenos livros: A Vitória de Maria, No Reino dos Animais, Esta Hora Tremenda e Liberdade Religiosa.

Cheguei a uma gráfica cujo dono era Arnaldo B. Christianini, um dos mais graduados líderes da maçonaria naquela cidade. Quando abri o prospecto para a apresentação dos livros, ele foi logo dizendo: – Moço, eu não tenho tempo a perder. Diga logo o que você quer.

Respondi: – Sou estudante e estou vendendo estes livros para a manutenção dos meus estudos…

– Traga-me os quatro e passe bem.

Tempos depois, por motivos políticos, Arnaldo mudou-se de Pirajuí para Campinas, São Paulo. Uma noite, passando em frente da igreja adventista daquela cidade, ouviu cânticos que lhe chamaram a atenção. Olhou o nome da igreja: Adventista do Sétimo Dia. Não lhe era estranho. Lembrou-se do livro A Vitória de Maria e do nome adventista. Entrou… para ficar.

Alguns anos depois, em 1956, fui incumbido de pastorear interinamente a igreja de Campinas. No primeiro sábado, ao apresentar-me à igreja, para minha surpresa, vi Arnaldo B. Christianini, desta vez como membro da congregação. Foi um encontro feliz e de muita alegria.

Certo dia, ao visitá-lo, ele me disse: “Sarli, você foi o último colportor que me vendeu livros, e o livro A Vitória de Maria foi decisivo para minha conversão.”

Arnaldo Christianini ingressou na Casa Publicadora Brasileira como editor e depois foi redator-chefe por muitos anos. Foi escritor, poeta e profícuo pensador. Morreu farto de dias, firme na fé e na esperança da volta de Jesus, cujas convicções estão retratadas no hino de sua autoria “Somos um Pequeno Povo Mui Feliz”, sob o n° 505, do Hinário Adventista.

REFLEXÃO: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás” (Ec 11:1).

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Uma resposta

  1. gostaria de saber se alguem conhece rodrigo miranda ou ronilson miranda que se diz frequentar a igreja adventista do setimo dia da cidade dutra me respondam por favor e me deem informaçoes se possivel e urgente sou menbro da igraja jardim santa rita guaiba rs por favor me respondam e que deus os abençoe

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