Desbravadores: Itaipava recebe 60 clubes de desbravadores com muitas atividades recreativas e momentos de louvor e adoração

A fazenda de Itaipava, Vale do Ribeira- SP, ficou pequena para os mais de 2200 desbravadores- juvenis e adolescentes de 10 a 15 anos, que se reuniram para saírem da rotina na capital e participarem de momentos inesquecíveis com muita diversão, louvor e adoração.

O campori, acontecimento mais esperado do ano pelos desbravadores, teve início no dia 18/11, quarta, e se estendeu até o dia 22, domingo. No total, 60 clubes estiveram acampados em barracas, e durante os 4 dias, desenvolveram diversas atividades preparadas com muito carinho pelos organizadores do evento.    

A programação foi bastante diversificada. Com o tema “Pela graça de Deus”, os desbravadores participaram na parte da manhã dos programas espirituais. A cada dia um pastor apresentou diferentes temas que foram discutidos entre os acampantes. No período da tarde, os acampantes realizaram atividades que contaram pontos, e para finalizar, a noite, todos se reuniram para estudarem a Bíblia.

Um momento especial do evento foi a preparação do local para os batismos e a entrada da réplica da Bíblia mundial, em comemoração ao projeto chamado Siga a Bíblia, que consiste na divulgação da importância da Bíblia como guia constante na vida das pessoas, . “Este livro além de ser sagrado é poderoso, está levando muitos  ao batismo. O importante é que as palavras que estão contidas na Bíblia toquem o coração dessas pessoas”, diz o pastor Ronaldo de Oliveira, líder da Igreja Adventista do Sétimo Dia para a região Sul de São Paulo.

Durante o campori, que teve a participação do quinteto Haves, a presença do pastor Helbert Roger Almeida, líder religioso para os jovens da região sul de São Paulo e a participação dos pastores Nelson Milaneli, Ronaldo arco, Marcelo Schesser, pastor Venefrides, entre outros, foi comemorado os 50 anos do clube de desbravadores no Brasil. “É bom estar junto aos jovens novamente. Trabalhei  diretamente com eles e foi muito gratificante. Para mim, foi sempre uma troca, ensinava e aprendia também. E o trabalho que os desbravadores vêm realizando durante os 50 anos é de sentir orgulho”, comenta o pastor Nelson Milaneli.

Para o pastor Juvenildo Silva Rego, coordenador associado dos desbravadores para a região sul de São Paulo, esses jovens são exemplos de coragem, determinação e testemunhas de Cristo, e merecem reconhecimento. “Ser um desbravador não é apenas vestir o uniforme e fazer as atividades solicitadas, é ir além, é ter uma comunhão intensa com Jesus e colocar em prática Seus ensinamentos, dentro de casa e com o próximo também. Fico feliz pelos 50 anos do clube no Brasil, e o objetivo desse evento não é só se divertir, mas agradecer a Deus o trabalho que eles fazem. Na Associação Paulista Sul- APS temos 4000 desbravadores e em São Paulo, 15000”, explica.

CLUBE DOS DESBRAVADORES

O clube de desbravadores é dirigido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, desde 1950. O principal objetivo é formar cidadãos responsáveis, conscientes do seu papel na sociedade e do seu dever de cuidar de si mesmos, e de fazer o que estiver ao seu alcance para ajudar o próximo.

Os desbravadores se reúnem aos domingos pela manhã, para aprenderem ordem unida – exercício para a disciplina, a coordenação motora, o reflexo e o senso de trabalho em equipe. Além disso, todos eles também desenvolvem atividades de estudo e preservação da natureza, artes manuais, arte de acampar, recreação e cuidados com a saúde física e mental. Nos acampamentos eles aplicam tudo o que aprenderam.

Entre as tarefas para a semana, os desbravadores praticam uma boa ação por dia, além de cultivar uma vida saudável, cuidando do corpo, mente e espírito. E nas atividades realizadas, eles aprendem técnicas de sobrevivência, como fazer fogo sem fósforo, praticam caminhadas, escaladas, exploram matas e cavernas, desenvolvem a criatividade e a solidariedade.

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Desobediência e Rebelião

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Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos Céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos Céus. Mateus 5:19

Aquele que violar voluntariamente um mandamento, não observa, em espírito e verdade, nenhum deles. “Qualquer que guardar toda a lei e tropeçar em um só ponto tornou-se culpado de todos” (Tg 2:10).

Não é a grandeza do ato de desobediência que constitui pecado, mas a discordância com a vontade expressa de Deus no mínimo particular; pois isto mostra que ainda existe comunhão entre a alma e o pecado. O coração está dividido em seu serviço. Há uma virtual negação de Deus, uma rebelião contra as leis de Seu governo.

Se as pessoas fossem livres para se apartar das reivindicações do Senhor e estabelecer uma norma de dever para si mesmos, haveria uma variação de normas para se adaptarem aos diversos gostos, e o governo seria tirado das mãos de Deus. A vontade do homem se tornaria suprema, e o alto e santo querer de Deus – Seu desígnio de amor para com Suas criaturas – seria desonrado, desrespeitado.

Sempre que preferem seus próprios caminhos, os homens se colocam em conflito com Deus. Eles não terão lugar no reino do Céu, pois se encontram em guerra com os próprios princípios celestiais. Desconsiderando a vontade de Deus, estão se colocando ao lado de Satanás, o inimigo do homem. Não por uma palavra, nem muitas, mas por toda palavra que sai da boca de Deus viverá o homem. Não podemos desatender uma palavra, por mais insignificante que nos pareça, e estar seguros. Não há um mandamento da lei que não se destine ao bem e à felicidade do homem, tanto nesta vida como na futura. Na obediência à lei de Deus, Seus filhos circundados como por um muro, e protegidos do mal. Aqueles que, em um só ponto que seja, derrubam essa barreira divinamente erigida, destroem o poder para protegê-los; pois abrem um caminho pelo qual o inimigo pode entrar, para enfraquecer e destruir.

Arriscando-se a desprezar a vontade de Deus em um ponto, nossos primeiros pais abriram as comportas da miséria sobre o mundo. E todo indivíduo que segue o seu exemplo ceifará idênticos resultados. O amor de Deus é a base de cada preceito de Sua lei, e aquele que se afasta do mandamento está operando sua própria infelicidade e ruína (MDC, p. 51, 52).

AME – Amigo Mais que Especial

A equipe do AME, agradece imenamente as pessoas que foram a visita neste último sábado ao Hospital Adventista de São Paulo. Alisson, Michele, Denise, Evandro, Suzy, Vivi e Dani Maka, com certeza Deus se agradou muito do trabalho feito neste dia. Edwin, que Deus abençõe muito você pela disposição de nos levar até lá e desenvolver este projeto que tanto nos eleva para mais perto de Deus.

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Nosso Lar não é Aqui

Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião. Sal. 137:1.

Um dia, os assírios dirigidos por Nabucodonosor chegaram a Jerusalém. Destruíram tudo e levaram prisioneiros os filhos de Israel.

Os anos do exílio foram tristes. Longe de casa, da família e dos amigos, os exilados só tinham duas opções: esquecer definitivamente Israel ou viver em Babilônia, com os olhos fixos em Sião, abrigando o sonho de retornar um dia para o lar.

Um dia, também, o inimigo de Deus chegou até a raça humana, destruiu seus sonhos, valores e princípios e a levou escrava ao seu reino, para servir no seu palácio.

A história de Israel é um símbolo da história humana. Como os israelitas, hoje estamos longe do verdadeiro lar. Este mundo cheio de tristeza e angústia – conseqüências naturais da entrada do pecado – não é a nossa casa. Somos estrangeiros e peregrinos vivendo num mundo ao qual Jesus Se referiu assim: “O Meu reino não é deste mundo.”

O salmista disse que enquanto os filhos de Israel viviam em Babilônia, com freqüência sentavam-se às margens dos rios e choravam de saudade, lembrando-se de Sião, o santo monte, símbolo do governo de Deus.

O perigo que corremos hoje é esquecer que este mundo não é o nosso lar definitivo. Estamos aqui apenas peregrinando, por força das circunstâncias, rumo à casa do Pai. Somos estrangeiros vivendo num país alheio.

O fato de vivermos neste mundo pode levar-nos a contemplar as coisas da Terra por mais tempo do que o necessário. Deitar raízes profundas é um risco. Lembrar quem somos e de onde viemos determina as nossas escolhas e prioridades.

É verdade que precisamos sobreviver. Trabalhar, estudar, construir uma casa para morar e educar os filhos é parte da nossa existência. Não podemos omitir-nos dessas responsabilidades. Mas até que ponto isso tudo está nos fazendo esquecer de Sião?

Cumpra as suas atividades hoje pensando na experiência de Israel, expressada pelo salmista: “Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião.”

Peregrinos Rumo ao Lar

O justo jamais será abalado, mas os perversos não habitarão a Terra. Prov. 10:30.

e você nunca esteve longe de casa, será difícil entender o valor da esperança. Israel era um povo peregrino, alimentado pela esperança. Desde a promessa feita a Abraão, Israel sempre sonhou com herdar a terra e habitar nela. A promessa cumpriu-se em certa medida, porque um dia eles chegaram e conquistaram a terra de Canaã. Mas, infelizmente, eles não permaneceram lá.

Salomão fala hoje para os peregrinos de nossos dias. Diante das adversidades, dificuldades e conflitos diários, somos alimentados pela bendita esperança de que não ficaremos neste mundo para sempre. Nesta vida tudo é transitório e passageiro. Somos peregrinos rumo ao nosso verdadeiro destino.

A “Terra” que Deus promete hoje aos Seus filhos não está neste mundo. Há um Céu, uma vida melhor, um paraíso. Parece utopia falar dessas coisas em pleno século 21. O pragmatismo que permeia a cultura de nossos dias se recusa a aceitar o paraíso como uma realidade. Mas as Sagradas Escrituras afirmam enfaticamente que o Céu existe.

No verso de hoje, declara-se que são os justos que entrarão na nova Terra. Em outra parte, Salomão menciona duas características dos que um dia habitarão lá: retidão e integridade (Prov. 2:21). Esses aspectos do caráter têm a ver com a maneira como as pessoas agem diante das circunstâncias.

As coisas são como são, não como eu imagino que devam ser. A noite é noite por mais que eu amontoe toneladas de luz artificial. Quando a pessoa não aceita a realidade da vida, inventa um estilo de conduta ambíguo. Cria os seus próprios padrões, disfarça, aparenta e divide seu mundo interior a ponto de inabilitar-se para desfrutar vida plena. Perde a retidão e a integridade.

Um coração dividido, uma mente cerceada, um corpo com um pé indo para a direita e o outro para a esquerda, criam seu próprio inferno na Terra. As labaredas da consciência dividida atormentam a pessoa de dia e de noite. Para ela, não existe esperança de um mundo melhor, nem aqui e nem no Céu.

Vale a pena cultivar valores, porque “o justo jamais será abalado, mas os perversos não habitarão a Terra”.