Coração dividido

Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras;
porque dizem e não fazem. Mateus 23:3

Após analisar um grande número de problemas conjugais, em que um dos cônjuges declarava amar seu companheiro, mas negava isto na prática, a Dra. Susan Forward concluiu que “o que estabelece a realidade é a conduta, e não as palavras”. Quando as palavras vão em uma direção e o comportamento vai em outra, deve-se acreditar no que revela o comportamento. Porque as ações falam mais alto do que as palavras.

É muito fácil aparentar uma coisa por fora e ser outra bem diferente por dentro. Um exemplo dessa duplicidade foi a vida de Robert Tisland. Dez meses após seu casamento com Lucille, ele começou a bater nela. E durante os 14 anos seguintes ele intensificou esse abuso sobre a esposa e os cinco filhos. Finalmente, Lucille não pôde mais aguentar. Uma tarde, ela entrou, na ponta dos pés, no quarto onde o marido tirava uma sesta. Aproximou-se da cama e tirou cuidadosamente, de sob o travesseiro, o revólver que o marido sempre escondia ali. Com mãos trementes ela fez pontaria e puxou o gatilho, matando o marido.

A pacífica comunidade onde os Tislands viviam, no interior do Estado de Minnesota, EUA, ficou chocada. Os muitos amigos de Lucille sempre a haviam respeitado como uma cristã devota. E seu marido, a quem ela havia assassinado, era o pastor local.

Domingo após domingo, o Pastor Robert Tisland falava do púlpito e empolgava a congregação com os seus eloquentes sermões. Mas, durante a semana, ele ameaçava a família como um cruel tirano. E, à medida que os anos passavam, as agressões foram se tornando cada vez mais brutais.

Nesse dia fatídico, Robert chegou em casa de muito mau humor. Disse que ia tirar uma sesta. “E quando eu acordar”, ele advertiu Lucille, “vou te matar!” Lucille percebeu no olhar decidido do marido, que ele ia mesmo cumprir sua ameaça. E resolveu salvar a própria vida, matando-o primeiro. As autoridades a acusaram de homicídio. Mas, em março de 1984, o júri a absolveu, após ouvir sua comovente história.

Talvez você também tenha o coração dividido e aparente o que não é. O tratamento para essa doença espiritual foi indicado por Cristo: “Limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo!” (Mt 23:26). Aqui está o grande princípio da salvação pela fé. Se você cuidar do seu íntimo, permitindo que Cristo seja o dono exclusivo do seu coração, tanto suas palavras quanto seus atos falarão a mesma linguagem.

Confiança no amor de Deus

“Satanás sabe que os que buscam o perdão e a graça de Deus os obterão; por isto apresenta diante deles os seus pecados para os desencorajar. Ele está sempre buscando ocasião contra os que procuram obedecer e apresentar o melhor e mais aceitável serviço a Deus, fazendo parecer corruptas todas essas iniciativas. Mediante astúcias sem conta, as mais sutis e mais cruéis, procura ele assegurar a sua condenação.


“O homem não pode, em sua própria força, enfrentar as acusações do inimigo. Com suas vestes manchadas de pecado e em confissão de culpa, ele está perante Deus. Mas Jesus, nosso advogado, apresenta uma eficaz alegação em favor de todo aquele que, pelo arrependimento e fé, confiou a Ele o coração. Ele defende sua causa, e mediante os poderosos argumentos do Calvário, derrota seu acusador. Sua perfeita obediência à lei de Deus deu-Lhe poder no Céu e na Terra, e Ele reclama de Seu Pai misericórdia e reconciliação para com o homem culpado” (Ellen G. White, A Maravilhosa Graça de Deus [Meditações Matinais, 1974], p. 314).

A química da paixão

pessoas_inesplicaveis-uniaoadventistaDiferentes hipóteses científicas sugerem o que ocorre no cérebro da pessoa quando se apaixona por outra. A neuroquímica do amor provoca comportamentos irracionais como os dos apaixonados que fazem loucuras em nome da paixão. Estes agentes neuroquímicos agem de forma semelhante ao que ocorre quando a pessoa está sob o efeito de drogas como a cocaína. Depois passa, pode vir outro estágio melhor, maduro, ou não.

Cientistas verificaram que a dopamina, oxitocina, vasopressina e a feniletilamina (PEA) são substâncias envolvidas na química da paixão. Helen Fisher, pesquisadora da Rutgers University publicou um livro em 2004 chamado “Why We Love: The Nature and Chemistry of Romantic Love” (“Por que Nós Amamos: A Natureza e a Química do Amor Romântico”), no qual ela apresenta a teoria de que a dopamina está elevada na paixão romântica e diminuída na rejeição amorosa. Ela cita referências de estudos realizados com pessoas e animais, e mostra que há um paralelo muito forte entre comportamentos, sentimentos e substâncias químicas ligadas ao amor romântico e àqueles associados à dependência de drogas. Assim como o alcoólico, por exemplo, se sente compelido a beber, a pessoa apaixonada chora dizendo que irá morrer sem seu (a) amado (a).

Como é que pessoas adultas, inteligentes ficam presas a paixões irracionais? Esta química complexa no cérebro explica em parte isso. Mas há algo mais profundo. Evidências de estudos mostram que quando os relacionamentos se aprofundam, a paixão diminui. O efeito da droga passa, e a realidade do amor maduro pode surgir.

Andréas Bartels e Semir Zeki da University College, em Londres, no ano 2000 localizaram uma área no cérebro que é ativada pelo amor romântico. Eles examinaram estudantes que disseram estar muito apaixonados, fizeram ressonância magnética de seus cérebros, localizando uma pequena área muito ativada, diferente da que era ativada quando há só amizade normal. Viram, também, que esta área era diferente da ativada quando a pessoa sente outras emoções, como medo e raiva.

As regiões do cérebro ativadas pelo amor romântico são também responsáveis pela euforia induzida por drogas como a cocaína. O cérebro das pessoas apaixonadas, o estudo mostrou, não parece com o das pessoas experimentando sentimentos fortes, mas como o das que cheiram cocaína. A conclusão dos cientistas é que a paixão usa mecanismos do sistema nervoso que são ativados durante o processo de formar uma dependência química (adicção). Daí o Dr.Larry Young, pesquisador na área de ligações sociais na Emory University, em Atlanta, na Geórgia, falando das pessoas apaixonadas, disse: “Nós estamos literalmente adictos (drogados) ao amor.”

Helen Fisher sugere que o amor, sob o ponto de vista neurobioquímico, ocorre em três “sabores”: sensual, romântico e de longo relacionamento. Há uma sobreposição neles, mas estes existem separadamente segundo os sistemas emocionais, motivacionais e neuroquímicos.

O primeiro, claro, envolve uma fissura por sexo, e Jim Pfaus, psicólogo da Concórdia University em Montreal, diz que ocorre algo semelhante ao estado induzido pela ingestão de opiáceos. Aumenta o nível de serotonina, oxitocina, vasopressina e opiáceos endógenos (fabricados naturalmente pelo corpo e equivalentes à heroína). Estes químicos servem para relaxar o corpo, produzir prazer e saciedade.

Em seguida, vem a atração romântica, a paixão ou “amor obsessivo”. Parece ser uma evolução da atração sensual que focaliza em uma pessoa específica. É um estado caracterizado por sentimentos de estimulação e intrusão, além de pensamentos obsessivos para com o objeto da paixão. Alguns autores sugerem que este é um estado mental que compartilha características neuroquímicas semelhantes às que ocorrem na fase eufórica ou maníaca da Desordem Afetiva Bipolar. Dra. Fisher sugere que parece com algo do Transtorno Obsessivo-Compulsivo.

Os estudos mostraram que a paixão, por ser instável, não é uma boa base para educar ou criar filhos. Mas, sim, o final estágio que pode vir após a atração sensual e a paixão, o terceiro tipo estudado pela Dra. Fisher, o amor de longo relacionamento, que permite aos pais poderem fazer um bom trabalho na criação dos filhos. Este estado, segundo ela, é caracterizado por sentimentos de calma, segurança, conforto social e união emocional.

Quando alguém é movido pela paixão pode fazer muita besteira: destruir vidas, envolver-se em situações de adultério, às vezes, complicados, romper com sua família, tudo em nome de uma química disparada por decisões pessoais complexas que não tira da pessoa apaixonada a capacidade de escolher e tomar uma decisão racional. Nesse caso, de histórias tristes motivadas pela sensação do amor romântico, com rompimentos de relacionamentos familiares, a paixão é também uma droga.

Há uma diferença entre paixão e atração. Quando uma pessoa se sente atraída por outra, num primeiro momento ela sente que algo tocou em suas emoções ao observar aquele indivíduo. Surge uma atração. Dependendo do que ela fará com a primeira atração, poderá surgir ou não a paixão. Um primeiro olhar, a tentação, não é o problema principal. Tudo depende do que a pessoa fará em seguida em sua mente e, depois, no contato social.

Fábia (nome fictício) não se sentia amada por seu marido há muito tempo. Sendo uma pessoa fechada, ela não abria isso para ele. Em parte cria que as coisas poderiam ser resolvidas com o tempo, ou com poucas e não específicas reclamações. Nada mudou. Em seu trabalho havia um colega que ao elogiá-la, despertou pouco a pouco um sentimento de apreciação que ela tanto esperava do marido. Fábia tinha muita dificuldade de abrir o coração, e com isso seu marido não “adivinhava” o que ela precisava. O tempo passou e ela se sentiu fortemente atraída pelo colega do trabalho. A paixão tomou conta de sua mente e ela deixou seguir livremente em seus pensamentos.

Sentir falta de carinho, valorização, companhia, diálogo no casamento não é justificativa para a infidelidade. Explica, mas não justifica. Fábia traiu seu marido em termos afetivos. A carência que ela já havia trazido para dentro do casamento, mais a falta de manifestação de afeto por parte do marido, e os elogios do colega de trabalho foram suficientes para ela se apaixonar por ele e ficar fria e ríspida com o marido.

Um ano e pouco depois desse “namoro” extraconjugal, algo começou a acontecer com Fábia e o colega. Surgiram problemas entre eles. Ela começou a ver que ele também tinha algumas dificuldades. E rompeu. Seu marido ficou sabendo da situação e abalou-se muito. Receberam ajuda com aconselhamento matrimonial, e agora estão bem melhor no casamento com perspectivas de bom amadurecimento como casal.

A atração vira paixão quando a pessoa se deixa levar pela emoção, quando nutre o sentimento, quando não coloca nenhuma barreira para ele em sua mente. Daí fica difícil romper e administrar esse afeto tão forte, que pode virar uma obsessão.

Uma pessoa casada pode ter um primeiro olhar de atração, mas pode ficar só nele e nada mais. Ou pode ir adiante, se ela alimentar o pensamento e o sentimento em seu coração. Há uma diferença entre ser tentado e cair em tentação. A paixão ocorre quando a pessoa já se deixou levar pela imaginação, nutriu sentimentos para com a outra pessoa, então fica presa.

A razão é uma função executiva da mente humana e deve ser usada para auxiliar na administração dos sentimentos. Forte e madura é a pessoa que aprendeu a lidar com suas emoções de uma maneira que pode ter os sentimentos, mas que não deixa que eles a tenham.

Cesar Vasconcellos de Souza
http://www.vidaadois.net/

Refletindo a Imagem de Jesus

Jesus CristoAquele que diz que permanece nEle, esse deve
também andar assim como Ele andou. 1 João 2:6

Que sublime amor e condescendência, que quando não tínhamos direito à misericórdia divina, Cristo esteve disposto a assegurar a nossa redenção! Mas nosso grande Médico requer de toda pessoa submissão incondicional.

Jamais devemos prescrever nosso próprio caso. Cristo deve ter completo domínio sobre a vontade e as ações; caso contrário, Ele não Se comprometerá em nosso favor.

Muitos não são sensíveis à própria condição e perigo, e há muito na natureza e procedimento da obra de Cristo que é avesso a cada princípio mundano, e oposto ao orgulho do coração humano. […] Poderemos lisonjear-nos, assim como fez Nicodemos, de que nosso caráter moral tem sido correto e de que não precisamos humilhar-nos diante de Deus como o pecador comum. Temos, porém, de estar dispostos a entrar na vida do mesmo modo que o principal dos pecadores. Não devemos confiar em nossa própria justiça, mas depender da justiça de Cristo. Ele é nossa força e nossa esperança.

A fé genuína é acompanhada de amor – amor que é manifesto no lar, na sociedade e em todos os relacionamentos da vida – amor que afasta as dificuldades e nos eleva acima das desagradáveis ninharias que Satanás coloca em nosso caminho para nos aborrecer. A fé genuína é seguida pelo amor, e o amor pela obediência. Todas as energias e paixões da pessoa convertida são postas sob o controle de Cristo. Seu Espírito é um poder renovador, transformando à imagem divina todos os que O receberem.

Tornar-se discípulo de Cristo é negar o próprio eu e seguir a Jesus tanto nas más como nas boas circunstâncias. É fechar a porta para o orgulho, a inveja, a dúvida e outros pecados […]

Jesus é um padrão completo e perfeito para a humanidade. Ele propõe tornar-nos semelhantes a Si mesmo: leais a todo propósito, sentimento e pensamento, retos de coração, espírito e vida. O homem que mais acalenta o amor de Cristo em seu coração, que reflete a imagem do Salvador mais perfeitamente, é, à vista de Deus, o mais verdadeiro, nobre e honrado sobre a Terra. Mas aqueles que não têm o Espírito de Cristo, “não são Seus” (ST, 14/7/1887

Seria errado mudar a forma de amar?

Amor - UniaoAdventista.com.br

Resolvi fazer algo diferente a partir desta semana. Muitas vezes, compreendemos melhor um determinado assunto usando a razão, o pensamento lógico, o argumento. Outras vezes, nossa capacidade de assimilação de uma matéria é mais tocada pela arte, a emotividade, o subjetivo. Diante destas duas facetas, procurarei olhar para um mesmo tema sob dois prismas diferentes: um em cada artigo.

Se você leu o artigo da semana passada, “Seria Errado Não Gostar de Alguém”, entenderá bem este que está lendo agora. Se não, sugiro-lhe que antes dê uma olhadinha. E abaixo, segue então o complemento. Os direitos são reservados, mas você pode compartilhar com seus amigos internautas. E, por isso, devemos promover o crescimento da nossa fraternidade, não acha? Pois, afinal de contas, somos irmãos.

VOCÊ É O MEU IRMÃO
Por Valdeci Jr

Cristo estava ensinando, um doutor o questionou.
Ele levantara-se pra pôr o Salvador à prova.
Mas a resposta que o Mestre lhe deu o embaraçou.
Ele então, para justificar-se, tornou a perguntar.
Questão difícil de responder: “quem é o meu próximo?”
Ah! Isso vai depender de quem você escolher amar.

Você é o meu irmão, quando consegue amar a mim.
Só posso sentir seu abraço, no seu modo de agir.
Tudo o que você faz, fala tão forte e tão alto,
Que me impossibilita de ouvir o seu discurso.
Você só vai reconhecer que nós temos algo a ver
Quando perceber, que eu me importo muito com você.

Cristo ensinou que Seu reino é composto de irmãos.
Demonstrou que ser irmão é bem mais que ser sacerdote.
A fraternidade é mais digna do que a tradição
De regras sobre “o que pode” e “o que não se pode”.
Verdadeiro irmão é aquele que estende as mãos
Pra mostrar que a ação é mais forte que o debate.

Você é o meu irmão, quando consegue amar a mim.
Só posso sentir seu abraço, no seu modo de agir.
Tudo o que você faz, fala tão forte e tão alto,
Que me impossibilita de ouvir o seu discurso.
Você só vai reconhecer que nós temos algo a ver
Quando perceber, que eu me importo muito com você.

No nosso próximo artigo, vamos fazer um longo debate bíblico sobre um assunto muito discutido ultimamente, dentro do nosso contexto eclesiástico. Ainda não vou revelar para você o assunto, mas o título será: “Seria Errado Isolar-se?” Vá pensando. E como o tema é bem polêmico, por favor, ore por mim.

E não se esqueça: VOCÊ É O(A) MEU(MINHA) IRMÃO(IRMÃ). Cada vez que escrevo, oro por você. Portanto, fica a pergunta de hoje, para cada um de nós refletir: “Seria errado mudar a forma de amar?”

Um abraço,
Pr. Valdeci Junior

Fonte: Advir

O Amor

O que é o amor?
Numa sala de aula haviam várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora:

– Professora, o que é o amor?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

As crianças saíram apressadas e ao voltarem a professora disse:
– Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse:

– Eu trouxe esta flor, não é linda?
A segunda criança falou:
– Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou:
– Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?

E assim as crianças foram se colocando. Terminada a exposição a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo.
Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:
– Meu bem, porque você nada trouxe?

E a criança timidamente respondeu:
– Desculpe professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.

Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.

Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração e não em nada físico”.

Nós , homens e mulheres somos como aquelas crianças temos que levar vantagem em tudo , não importa a dor que ou a quem causamos , sejam nos negócios , no super mercado , com um vizinho , no trânsito ,
buscamos sempre a nota máxima da esperteza e da …. “EU FIZ , EU ACONTECI , EU , EU , EU….” .

Lembre-se que Deus lhe deu o mais puro dos sentimentos e o mais nobre de todos os dons , tire a nota máxima na escola da vida , aos olhos dEle . Jesus um dia falou … “em verdade vos digo que quem não
receber o reino de Deus como criança , de maneira nenhuma entrará nele” (Mc 10:15)