Lixo Eletrônico

Os ensinos do Senhor são certos e alegram o coração.
Os Seus ensinamentos são claros e iluminam a nossa mente. Salmo 19:8

Fiquei vários dias sem ler meus e-mails, pois havia muito trabalho, provas e leituras para fazer. Minhas amigas estavam cobrando resposta. Hoje tive um tempinho. Fui correndo para a biblioteca. Acessei a internet e acabei ficando irritada com a quantidade de lixo que havia em minha caixa. É uma chatice.

Thaís, esse é um tipo diferente de lixo! Não cheira mal, mas recebeu o nome de lixo eletrônico. São mensagens indesejáveis, conteúdos eletrônicos que incomodam e atrapalham os usuários da internet. Eles vêm nos famosos Spams – mensagens comerciais enviadas para muitos endereços ao mesmo tempo. Chegam a congestionar os provedores, como congestionou sua caixa.

A única defesa dos usuários são os antivírus. Eles são capazes de filtrar a maioria das mensagens indesejáveis. Quem usa a internet não pode se dar ao luxo de não ter antivírus em sua máquina. Existe muita gente má, que usa a inteligência para prejudicar os outros. E fazem isso por prazer.

Sua mente é como o HD de um computador. Deus colocou nela o “sistema operacional” que distingue você dos animais irracionais. Além desses dados que fazem de você um ser único, existe espaço para muitas outras informações, dados que você decide inserir, programas que você escolhe instalar. A máquina é de Deus, mas Ele deu a você o direito de usá-la do jeito que quiser.

Você pode programar sua mente para ser uma bênção ou uma maldição. Ela poderá ser uma lixeira ou um local onde são guardadas boas informações. Você é quem decide.

Recomendo que você instale o mais poderoso e gratuito antivírus do Universo: o Espírito Santo. Ele guiará você e o ajudará a filtrar as informações recebidas. Dará a você a sabedoria necessária para que sua “máquina” cumpra os propósitos que Deus tem para ela.

Não deixe o diabo destruir seu HD. Proteja-o dos lixos deste mundo. Guarde-o para que tenha uma vida feliz aqui e na eternidade, quando Jesus voltar.

O Rei Dario na Cova dos Leões

daniel na cova dos leoesA História é mundialmente conhecida. Provavelmente a mais conhecida do antigo testamento. Mas ela peca no nome que recebeu. Ela não, mas quem deu o nome à história.

Na maioria das Bíblias vem o título do capítulo 6 de Daniel: Daniel na Cova dos Leões, mas já vimos que o dono da cova onde jogaram Daniel não era nenhum leão(pode ser o rei da selva, mas não foi o rei da cova), mas um Anjo. Há fortes evidências de que o Anjo que fechou a boca dos leões era o Senhor Jesus Cristo. Tanto Ellen White, como muitas analogias bíblicas sugerem isso.
 
Porém, se tinha alguém na “cova dos leões”, esse alguém era o Rei Dario. Aliás, durante séculos críticos lançaram descrédito ao livro de Daniel, porque não havia referência a esse rei em nenhum lugar, nenhum registro, a não ser no capítulo 6 de Daniel. Muitos críticos disseram que isso era invencionisse dos judeus que forjaram a história do profeta. Hoje, as bocas dos críticos têm sido fechadas uma a uma. Certamente o mesmo Anjo que fechou a boca dos leões que matariam Daniel, fecha também a boca dos que proclamam a mentira. Os achados arqueológicos mais comtemporânios, especialmente do século IXX para cá, vem respaldando os registros do livro de Daniel, inclusive sobre aquilo que imaginava-se ser invenção. O rei Dario é um desses casos, que será melhor analisado no Domingo.
 
O fato é que o rei estava rodeado de leões que abriram suas  bocas para engoli-lo, enredando-o numa conspiração contra seu mais respeitado e amado servo. Dario foi impulsivo! Não pesou sua responsabilidade ao assinar o decreto de morte. Sem dúvida Dario era um bom rei e bom homem. Mas, devido a sua atitude impensada, e sem nada poder fazer para livrar Daniel dos leões, de certa forma o rei também se viu numa cova. A cova dos seus ministros invejosos e mentirosos, que conspiraram e literalmente fizeram o rei de trouxa, colocando-o numa situação em que se sentia responsável pela morte de um inocente. E o rei se sentiu assim mesmo: Um otário, manipulado por gente que agora ele podia perceber claramente, não passavam de leões famintos, mesquinhos e desonestos.
 
Mas o rei não poderia fazer nada. A Bíblia diz que ele se esforçou até o fim do dia para livrar Daniel. Procurou brechas na lei, fez conchavos políticos, mas pouco adiantou. Seus leões lhe lembraram que ele não podia revogar seu próprio decreto. O rei lançou Daniel na cova dos anjos, e foi se remoer na verdaderia cova dos leões. Enquanto Daniel dormia tranquilamente, o rei não se aguentava de remorso. O conforto do palácio, o luxo, os prazeres, as músicas, nada podia aliviar a culpa do rei. Era melhor estar na cova dos leões do que no palácio. Enquanto o rei se contorcia, Daniel descansava. Um na cova, outro no palácio, o rei o profeta nos ensinam a grande lição de que não há nada mais precioso do que poder encostar a cabeça no trevesseiro, se for o caso na pedra, ou até num leão com a consciência tranquila. Jesus disse certa vez que “as raposas tem suas tocas, e os abutres seus ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça”, mas a verdade é que se na cabeça que busca reclínio não houver uma consciência limpa, o remorso transformará travesseiros em espinhos, colchões em pregos, lençois e cobertores em poças de lama.
 
Quando o rei, logo nas primeira horas da manhã, foi encontrar Daniel, suas próprias palavras ao profeta: “o teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará”, ditas segundos antes da alimentação dos leões, eram agora seu único conforto. No fundo o rei também queria sair da cova. Também queria que a boca dos seus leões fosse fechada. Ao chamar por Daniel, que alívio: O profeta responde com a naturalidade de quem não teme absolutamente nada, e não guarda rancor de ninguém. Daniel saúda o rei com simpatia, e lhe diz que Deus fechou a boca dos leões. Um milagre para Daniel. Um milagre para o Rei. Ambos diante de leões famintos. Ambos cientes de que Deus operou. Ambos agradecidos pela bondade do Deus dos deuses…
 
Para saber mais, discutir mais, aprender e ensinar mais, não perca nosso estudo do capítulo 6 de Daniel.
 
Nos vemos domingo às 18:00h
Grande abraço. 
Daniel Makawetskas.

Os “leões” do Rei com o pé na cova…

daniel na cova dos leoes

É naturalmente surpreendente o fim que tiveram os homens que tramaram contra Daniel e o rei Dario na questão da cova dos leões. Alguém pode legitimamente argumentar que o desfecho dessa história é trágico e sanguinário. A Bíblia diz que quando Dario se deparou com o poder estarrecedor do Deus de Israel, imediatamente “ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova quando os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos”.
 
Primeiro não é preciso muito esforço para entender que a ideia de jogar essas pessoas partiu do rei e não de Daniel. É claro que ao fazer isso, o rei pretendia dar um testemunho poderoso e, digamos, persuasivo a favor de Daniel e de seu Deus. Mas, não era só isso. O rei também foi envolvido na trama, e inclusive enganado. Quando Medo-Pérsia dominou Babilônia, Dario passou a atuar como rei da província de Babilônia, enquanto o general Ciro (falaremos muito nele nos próximo estudos) era o chefe do Grande Império. Era uma divisão parecida com aquela entre Nabonidus e Belsazar, vista em detalhes quando estudamos o capítulo 5. A primeira medida de Dario, o medo, segundo a Bíblia foi essa: “E pareceu bem a Dario constituir sobre o reino cento e vinte príncipes, que estivessem sobre todo o reino; E sobre eles três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes príncipes dessem conta, para que o rei não sofresse dano”. Assim, logo no primeiro ano de Dario como rei, Daniel já foi elevado a uma posição privilegiada, e consequentemente invejada na corte. Para piorar as coisas, o rei gostou tanto de Daniel, ao ponto em que a bíblia informa que o profeta “sobrepujou a estes presidentes e príncipes; porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino”.
 
Por esse motivo, alguns desses nobres começaram a planejar uma maneira de diminuir a importância de Daniel junto ao rei, e aí já podemos entender porque  o fim deles foi tão cruel. Numa leitura superficial, tendemos a imaginar que todos os principes conspiraram contra o chefe de estado, mas a Bíblia não afirma isso. E nem seria muito lógico imaginar 122 pessoas se reunindo secretamente para tramar contra o rei e seu primeiro-ministro e nenhum dos dois perceber. Da mesma forma normalmente pensamos que todos os 122 e suas famílias foram mortos pelos leões. Mas a Bíblia simplesmente diz que “aqueles homens que tinham acusado a Daniel” é que foram jogados na cova.
 
Partindo disso, outro detalhe normalmente ignorado se torna claro. Esses homens mentiram ao rei para que ele concordasse em assinar o decreto. Eles disseram ao rei que “Todos os presidentes do reino, os capitães e príncipes, conselheiros e governadores, concordaram em promulgar um edito real e confirmar a proibição que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões”. Todos os presidentes? Daniel também era um dos presidentes, e nesse caso isso seria mentira, mesmo que todos os outros 122 realmente estivessem a par. Daniel era o principal deles, e provavelmente não foi consultado e se fosse não concordaria com tal decreto.
 
A mentira torna-se evidente na maneira cristalina como Ellen White narra a reação do rei diante da acusação fizeram contra Daniel: “Quando o rei ouviu essas palavras, viu de imediato o laço que havia sido armado para o seu fiel servo. Compreendeu que não fora o zelo pela honra e glória real, mas a inveja de Daniel, o que os levara a propor o decreto real. “Penalizado” pela parte que havia desempenhado no mal que se praticara, o rei “até o pôr-do-sol trabalhou” para salvar seu amigo. Os príncipes, prevendo este esforço da parte do rei, vieram a ele com as palavras: “Sabe, ó rei, que é uma lei dos medos e dos persas que nenhum edito ou ordenança, que o rei determine, se pode mudar.” O decreto, embora feito de afogadilho, era inalterável, e devia produzir os seus efeitos. “. Naturalmente, o rei percebeu muito tarde que fora enganado.
 
Os leões do rei estavam cavando a própria cova. E a vida do profeta de Deus foi talvez um último resquício de misericórdia; a última mensagem de reprovação divina, para que aqueles homens abandonassem seus maus caminhos. O Deus que livrou Daniel da Cova dos leões, que livrou Dario de um remorso que lhe seria insuportável, certamente pretendia livrar aqueles nobres invejosos de si mesmos. E que lição para nós. Deus pode nos livrar de tudo, mas não nos livrará de nós mesmos, a não ser que lhe demos permissão. E certamente essa cova do próprio eu é muito mais mortal, muito mais perigosa que qualquer cova com leões, ursos, serpentes. O maior perigo contra a nossa salvação somos nós mesmos.
 
Quando os príncipes investigaram a vida de Daniel, puderam constatar que não havia nada que poderiam usar contra ele. Investigaram tudo, e mesmo sendo seu inimigo, foram obrigados a concluir que ela era impecável. E mesmo assim decidiram tirar-lhe a vida!!!! Um tipo de mesquinharia e crueldade, que nem mesmo entre povos pagãos poderia ser tida como normal. Como rei de um poderoso império, Dario sentiu que não poderia tolerar esse comportamento. Agiu de acordo com sua posição. E como monarca pagão que era, fez o que lhe parecia justo.
 
Diante de tudo isso, a fúria do rei é no mínimo justificável. Mas ainda assim, porque as famílias desses homens foram também mortas?
 
Essa pergunta você pode responder, colaborando para nossa discussão, mas ela será abordada no próximo domingo, no nosso estudo.
 
Não falte.
Grande abraço. 
Daniel Makawetskas

Confiança no amor de Deus

recordar

Trecho da lição de Terça-Feira. Melhor nem comentar para não estragar a perfeição dessas palavras. Amados jovens, repousem todos os dias no amor de Deus.

“Satanás sabe que os que buscam o perdão e a graça de Deus os obterão; por isto apresenta diante deles os seus pecados para os desencorajar. Ele está sempre buscando ocasião contra os que procuram obedecer e apresentar o melhor e mais aceitável serviço a Deus, fazendo parecer corruptas todas essas iniciativas. Mediante astúcias sem conta, as mais sutis e mais cruéis, procura ele assegurar a sua condenação.

“O homem não pode, em sua própria força, enfrentar as acusações do inimigo. Com suas vestes manchadas de pecado e em confissão de culpa, ele está perante Deus. Mas Jesus, nosso advogado, apresenta uma eficaz alegação em favor de todo aquele que, pelo arrependimento e fé, confiou a Ele o coração. Ele defende sua causa, e mediante os poderosos argumentos do Calvário, derrota seu acusador. Sua perfeita obediência à lei de Deus deu-Lhe poder no Céu e na Terra, e Ele reclama de Seu Pai misericórdia e reconciliação para com o homem culpado” (Ellen G. White, A Maravilhosa Graça de Deus [Meditações Matinais, 1974], p. 314).

Tempo Para Orar e Estudar

Tempo para estudar e Orar - União AdventistaOs outros, os semeados entre os espinhos, são os que ouvem a palavra, mas os cuidados do mundo, a fascinação da riqueza e as demais ambições, concorrendo, sufocam a palavra, ficando ela infrutífera. Marcos 4:18, 19

Cristo especificou as coisas que são perigosas para a alma. Como relata Marcos, menciona Ele os cuidados deste mundo, os enganos das riquezas e as ambições de outras coisas. Lucas especifica: cuidados, riquezas e deleites da vida. Estes são os que sufocam a Palavra, a crescente semente espiritual. A alma cessa de extrair alimento de Cristo, e extingue-se no coração a espiritualidade.

“Os cuidados deste mundo” (Mt 13:22). Nenhuma classe está livre da tentação de cuidados deste mundo. Aos pobres a labuta, privação e temor de pobreza trazem perplexidades e fardos; aos ricos vêm o temor de perda e uma multidão de ansiosas preocupações. Muitos dos seguidores de Cristo esquecem as lições que Ele nos ordenou aprender das flores do campo. Não confiam em Sua constante providência. Cristo não pode carregar-lhes os fardos, porque não os depõem sobre Ele. […]

Muitos que podiam produzir frutos na obra de Deus tornam-se propensos a conquistar riquezas. Toda a sua energia é absorvida em empreendimentos comerciais, e sentem-se obrigados a desprezar as coisas de natureza espiritual. Deste modo separam-se de Deus. […] Devemos trabalhar para que possamos dar alguma coisa aos necessitados. Os cristãos precisam trabalhar, precisam ocupar-se em atividades, e podem fazê-lo sem cometer pecado. Mas muitos se tornam tão absortos em negócios que não têm tempo para orar, para estudar a Bíblia, para procurar e servir a Deus.

Às vezes os anseios da alma são pela santidade e o Céu; mas não há tempo para retrair-se do tumulto do mundo para ouvir as palavras majestosas e autorizadas do Espírito de Deus. As coisas da eternidade são tidas como secundárias, e as do mundo, supremas. […]

Muitos que agem com propósito muito diferente, caem no mesmo erro. Estão trabalhando para o bem de outros; seus deveres são urgentes, muitas as responsabilidades, e permitem que sua labuta exclua a devoção. […] Caminham separados de Cristo, sua vida não está impregnada de Sua graça, e as características do eu são reveladas (PJ, p. 51, 52).

Lição 12 – Apocalipse: Por que Deus permite o sofrimento. Pr. Alejandro Bullón

Se todas as coisas cooperam para o nosso bem, por que sofremos? Qual a explicação para a dor, opressão e acontecimentos inexplicáveis? Onde está Deus nesta hora?

Neste trabalho, o Pastor Alejandro Bullón responde estas perguntas e esclarece as verdades reveladas no último livro da Bíblia.

Lição 11 – Apocalipse: O Espiritismo é Desmascarado. Pr. Alejandro Bullón

Qual é o erro do espiritismo moderno? Existem espíritos? O que acontece nas sessões espíritas? Para onde vão os que morrem? Existe o purgatório e o inferno?

Neste trabalho, o Pastor Alejandro Bullón responde estas perguntas e esclarece as verdades reveladas no último livro da Bíblia.