Fé para Hoje, Sua nova atitude

O Programa Fé para Hoje completa seus 47 anos de existência.

 

Em 1962, a Televisão brasileira ainda era uma novidade que poucos tinham acesso. Nesse período, a igreja adventista do sétimo dia foi usada por Deus e utilizou este meio para pregar o evangelho, surgindo então, o programa Fé para Hoje.

Convidado para ser o apresentador do programa, o pastor Alcides Campolongo aceitou o desafio e junto a esposa Neide, começaram o trabalho na emissora. No início, na extinta TV Tupi, os programas eram em preto e branco e apresentados ao vivo.

Para que o programa Fé para Hoje estivesse no ar durante todo este tempo foi necessário realizar um trabalho com amor e dedicação. No dia 25/11, amanhã, o programa completará 47 anos, sendo o mais antigo programa evangélico da TV brasileira.

Atualmente, o Fé para Hoje é apresentado pelo Pr. Ronaldo de Oliveira e mantido no ar pela Associação Paulista Sul. O Pr. Campolongo é presença constante nas programações até hoje.

Transmitido aos domingos, às 8h30, pela TV Gazeta, canal 11, o programa foi criando espaço em outras emissoras, e hoje, pode ser assistido pela Rede Brasil, canal 59 UHF aos sábados e domingos às 8h, e pela TV Novo Tempo, Canal 56, ou 141 na Sky aos domingos 1h20 e 9h, quarta- feira às 11h e 20h30 e sábado às 19h30.

Ampliando sua utilidade, o programa disponibiliza agora, em DVD, a série de estudos bíblicos Ouvindo a voz de Deus. No total, são 17 programas contendo as 28 crenças fundamentais da igreja adventista e três programas abordando o assunto do criacionismo, gravados com o Dr. Nahor Neves, totalizando 20 programas.

Fonte: APS

Anúncios

Milagres no You Tube

2009 é o ano do evangelismo público na Igreja Adventista do Sétimo Dia e todos os membros estão empenhados na pregação do evangelho.

Milagres_no_youtube1

Primeira foto, milagre do Youtube no estado de São Paulo.

O jovem Paulo, professor de inglês, sofreu vários problemas, entrou em crise e tornou-se dependente químico, consumia drogas ilícitas com outros vários amigos. Uma noite, Paulo conta que estava mal, “eu estava chapado” disse, e, ao navegar no site do Youtube, encontrou os vídeos das séries “O Grande Conflito” e “Apocalipse a Resposta”. Mesmo sob efeito das drogas, ele assistiu e ficou impressionado. Paulo decidiu mostrar estas mensagens proféticas aos seus amigos que eram também consumidores de drogas ilícitas.

Paulo pensou que se convidasse os amigos para estudar a Bíblia eles não aceitariam, então os convidou para usar drogas e depois que todos estavam mais ou menos drogados ele apresentou os estudos bíblicos através da internet.

O resultado foi que ele e todos os seus amigos deixaram de usar drogas, e começaram a frequentar a igreja e se batizaram. Hoje são jovens diferentes, estudiosos da Bíblia e leitores de bons livros. Alguns deles desejam estudar teologia para se tornarem pastores.

Segunda foto, milagre do DVD “O Grande Conflito” no Vale do Paraíba, SP.Milagres_no_youtube2

José Zeferino e sua esposa Neide Nogueira, sempre foram cristãos. Um dia, Zeferino recebeu o chamado para ser um ministro do evangelho e por 45 anos atuou como pastor evangélico até encontrar uma comunidade ligada a princípios israelitas.

Conhecendo um pouco da verdade sobre os Dez Mandamentos, decidiu guardá-los inclusive o quarto mandamento que requer o observância do sábado como dia do Senhor e praticou por cerca de quatro anos.

O pastor Zezinho (como é conhecido), começou a assistir a TV Novo Tempo pela SKY e percebeu que havia uma igreja que guardava os Dez Mandamentos inclusive o sábado, logo se tornou “ANJO DA ESPERANÇA”. Alguns membros da igreja deram ao casal o DVD “O Grande Conflito” e em 2008 eles foram pela primeira vez numa Igreja Adventista onde o pastor Luís Gonçalves realizava uma semana de evangelismo.

O pastor Zezinho e sua esposa Neide não pararam mais de frequentar a igreja Adventista, neste sábado dia 25 de abril o casal foi batizado tornando-se assim membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Jesus é um deus menor? Mateus 24:36

Jesus Cristo - União Adventista -uaimages

Se Deus o Pai, Jesus e o Espírito Santo são um só, por que Deus – e só Ele – sabe a hora da volta de Jesus? R.B, por e-mail.

Obrigado por assistir o programa “Na Mira da Verdade”!

Realmente, a Bíblia afirma em diversos textos que Deus o Pai, o Filho e o Espírito Santo – a Três Pessoas – são um Deus no sentido de UNIDADE e não de personalidade. Dois dos muitos textos que distinguem as Pessoas da Divindade e as igualam na essência Divina são Mateus 28:19 e Judas 1:20,21:

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome [no grego onoma – nome – este termo está igualando as Três Pessoas!] do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo

“Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna.”

Apenas esses dois textos já seriam suficientes para provar que a Divindade é composta por Três Pessoas iguais em poder, caráter e propósito. Mas, com personalidades distintas.

O CONHECIMENTO DE JESUS E A SALVAÇÃO ETERNA

Nossa salvação depende do correto conhecimento que temos de Deus (João 17:3), o que torna sua pergunta muito importante. A pessoa que acredita que Quem morreu na cruz no seu lugar foi Deus mesmo, dá outro valor à salvação, diferente daquele que acredita ser Jesus uma criatura. Por isso, vamos analisar Mateus 24:36 e entender o porquê de Jesus não saber o dia da volta dEle se Cristo também é Deus.

NA BÍBLIA EXISTEM DOIS TIPOS DE TEXTOS SOBRE JESUS

A mesma Bíblia que diz que Jesus “é menor que o Pai” (João 14:28) afirma que Cristo é o “Pai da Eternidade” (Isaías 9:6). Isso prova que há nas Escrituras pelo menos dois tipos de textos referentes à Pessoa de Jesus (o que não significa uma contradição):

1) Aqueles que colocam o Salvador numa posição de inferioridade em relação ao Pai (e que se referem à Sua condição de encarnado);

2) Aqueles que colocam a Jesus numa posição de igualdade em relação ao Pai (e se referem à condição Divina dEle).

Portanto, para chegarmos à conclusão honesta a respeito da pessoa de Jesus precisamos considerar os dois tipos de textos.

A subordinação de Cristo em relação ao Pai é apenas funcional devido à encarnação dEle. Na redenção, cada Pessoa da Divindade assumiu uma função diferente. 1 Coríntios 15:24-28, por exemplo, trata da subordinação funcional de Cristo durante a eternidade, pois Ele continuará para sempre com a natureza divino-humana. A questão aqui abordada não é que a natureza de Cristo é inferior à do Pai. Isso por pelo menos dois motivos:

1) O próprio Paulo diz em Romanos 9:5 que Jesus é Deus Bendito;

2) Apocalipse 22:1 e 3 mostra que Jesus, mesmo estando subordinado ao Pai (na função) por causa de Sua encarnação, estará no comando do universo.

Cristo não poderia ser inferior ao Pai na essência divina porque aí teríamos que admitir o politeísmo, que ensina que há um “Deus maior” e outro “deus menor”.

AGORA PODEMOS ENTENDER MATEUS 24:36!

Depois dessas considerações, não fica difícil entendermos Mateus 24:36 que afirma: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai.” Basta fazermos uma pergunta, com base nos textos bíblicos mais fáceis (esse é o método correto de se interpretar as Escrituras):

Esse texto se refere ao Jesus Divino, igual ao Pai em Divindade (Colossenses 2:8, 9) ou ao Cristo encarnado (João 1:14), que limitou o conhecimento dEle em Sua humanidade (Mateus 24:36) e que assumiu uma função diferente no plano de salvação?

Para ajudar na resposta a tal pergunta podemos ler Marcos 2:5-8 e ver que, mesmo em Sua humanidade, houve ocasiões em que Jesus manifestou qualidades Divinas ao (1) perdoar pecados (algo que só Deus pode fazer!) e (2) ler os pensamentos das pessoas (outra coisa que só Deus pode realizar, como afirma 1 Reis 8:39!).

CONCLUSÃO

Sendo que Cristo é tanto Divino quanto humano, não há dúvidas de que Mateus 24:36 se refere a Cristo na condição dEle de encarnado, enquanto que Colossenses 2:8, 9 ao Cristo Divino e igual ao Pai.

Hoje, depois de entronizado no Céu (Hebreus 1:1-3) e ter reassumido a Sua posição original, com certeza Cristo já sabe o dia e a hora da volta dEle.

Há outros textos usados contra a Divindade de Cristo que não foram abordados na presente resposta. Se quiser um material para que possa estudá-los poderá escrever para o programa “Na Mira da Verdade”. Rede Novo Tempo, Caixa Postal 7. CEP: 12300-970. Jacareí, SP. E-mail: namiradaverdade@novotempo.org.br

Um abraço e fique com Deus,

Leandro Quadros
Jornalista

http://www.novotempo.org.br/namiradaverdade

Seria errado voltar atrás?

Joana despediu-se de seu filho, Manuel. Ele tinha resolvido deixar sua ilha nativa de São Miguel, nos Açores, e mudar-se para os EUA, em busca de uma nova vida. Mas prometeu que enviaria algum dinheiro assim que encontrasse trabalho.

Logo chegou a primeira carta. Joana não sabia ler, mas como se achava em tremenda necessidade, abriu a correspondência. Não havia dinheiro algum. Poderia pedir à vizinha que lesse a carta, mas tinha medo do que poderia pensar quando ouvisse que Manuel não estava cumprindo a promessa.

A vida estava difícil para a idosa senhora, com dinheiro insuficiente até para o alimento. Visitando-a, uma amiga perguntou-lhe: “Tem noticias de seu filho?” Chorando ela confessou que havia recebido várias cartas, mas que Manuel não enviara dinheiro.

“Quero ver as cartas”, pediu a amiga. A mãe de Manuel entregou as cartas. Então a amiga notou que em cada uma havia um aviso postal, que ao ser convertido em dinheiro, resolveria a situação financeira da idosa mãe, que vira os papéis, mas não reconhecera seu valor.

Milhões de pessoas deixam de receber o dom de Deus, a salvação, que é oferecido de graça. Por quê? O que é preciso para receber a salvação? Como cristãos, corremos o risco perder este presente que nos é oferecido.

Voltando Atrás…

Ivad era, além de diretor musical, o líder máximo de minha igreja. Ele trabalhava integralmente para a obra de Deus e era o responsável por todos os missionários. Como ungido do Senhor, todos os fiéis o tinham como indicado por Deus. Tinha um registro de trabalho impecável. Sua integridade conquistara a confiança e lealdade de todos.

Mas Ivad, em vez de confiar no poder de Jeová, começou a confiar em sua própria sabedoria e poder. Logo que Satanás procura romper a intimidade com Deus, única fonte de força e sabedoria, ele procura despertar os desejos impuros da natureza carnal do homem.

Certo dia Ivad dormiu até tarde. Ocioso, levantou-se e ficou, de seu terraço, contemplando algo que, pare ele, era muito belo: o lindo corpo de uma mulher em uma piscina, próximo dali. Ivad ficou alimentando os maus desejos de seu coração. Procurou informação sobre a mulher e descobriu o pior: era esposa de um amigo seu, o missionário Sairu. Mas Ivad não conseguia tirar Abes da mente. Procurou corteja-la, conseguiu o que queria e dormiram juntos. Sabia que cometera um grande pecado, mas e daí? Ninguém precisava saber!

O pecado não ficaria encoberto por muito tempo, porque daquele encontro Abes ficou grávida, e seu esposo estava, por muitos dias, viajando. Como Ivad era superior de Sairu, ele planejou um escape. Mudou a escala de seu subalterno de maneira que ele viesse dormir em casa. O problema estaria resolvido.

Sairu insistiu muito em ser mais fiel às necessidades do trabalho do que à regalia que seu chefe lhe oferecia e não foi dormir com a esposa. Ivad não sabia o que fazer e planejou o pior: a morte “acidental” de Sairu, de uma maneira que ninguém saísse culpado. Deu certo! Sairu morreu, Ivad casou com a viúva e dali por diante era só receber aplausos.

Mas, em seu coração, não tinha paz. Sabia que havia transgredido pelo menos oito mandamentos. Para piorar a situação, o capelão conselheiro da missão havia descoberto tudo e censurou o chefão duramente. Seu crime apareceu em toda a sua enormidade. Ivad cometera graves pecados traindo Abes, Sairu, sua igreja, mas principalmente a Deus.

Sentiu-se humilhado aos olhos de seus membros. Sua influência se enfraqueceu. Até ali sua prosperidade fora atribuída à sua conscienciosa obediência aos mandamentos. Entretanto agora… se seus irmãos tomassem conhecimentos dos seus pecados… Ivad entrou numa profunda depressão, sentindo-se “na fossa”, por não saber mais o que deveria realmente fazer. Todavia, graciosamente, o Espírito Santo usou as palavras do pastor Atan para convencer a Ivad do pecado, da justiça e do juízo (João 16: 7 e 8). Ele se sentia a pior das criaturas, mas sabia que

Deus não viera chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento (Lucas 5:32). Portanto, ele próprio precisava arrepender-se, para serem cancelados os seus pecados (Atos 3:19) e para ter paz (Isaías 30:15).

Essa Coisa de Arrependimento…

Na Bíblia, constatamos dois tipos básicos de arrependimento: um superficial e outro profundo. Paulo chama-os de tristeza segundo o mundo e tristeza segundo Deus (II Coríntios 7:10). O primeiro é uma simples tristeza pelo fracasso, tendo mais a ver com remorso, como fuga das conseqüências. O arrependimento profundo é o reconhecimento de que fizemos algo errado, prejudicando alguém, e a firme decisão de consertar o erro e não voltar a comete-lo (Marcos de Benectito, De Bem Com Jesus, Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004, 30.).

A tristeza humana é o que sentimos por haver quebrado uma lei e sermos apanhados. A tristeza de origem divina é a que experimentamos por ter quebrantado um coração e ferido nosso melhor amigo. Morris Venden.

O remorso pode ser exemplificado na atitude de Judas que, após ter traído a Jesus, vendo que Jesus fora condenado, tocado de remorso e horrorizado apenas com as conseqüências de seus atos, retirou-se e foi enforcar-se (Mateus 27:3-7). O arrependimento verdadeiro pode ser visto na postura de Pedro que, depois que negou a Cristo lembrou da palavra que Jesus lhe dissera e, saindo dali, chorou amargamente (Mateus 27:75). Continuou amando a Jesus (João 21) e, pela consagração, teve seu comportamento restaurado (Ver Atos 2).

O Processo

Penso que você conheça o desfecho da história de Ivad. Leia o seu nome (e dos demais personagens) de trás para frente. Isto mesmo! Esta história de Davi se encontra em II Samuel 11 e 12 e mostra tanto a qualidade destruidora da transgressão quanto a natureza restauradora do arrependimento. O rei reconheceu o seu pecado dizendo Pequei contra o SENHOR (II Samuel 12:13). Davi sabia que se confessarmos os nossos pecados, Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de TODA injustiça (I João 1:9).

Mas até chegar a este ponto, de confessar, ele sofreu uma angustia muito grande. Ele descreve esta dor nos salmos 32, 38 e 51.

Por causa do teu amor, ó Deus, tem misericórdia de mim. Por causa da tua grande compaixão apaga os meus pecados. Purifica-me de todas as minhas maldades e lava-me do meu pecado. Pois eu conheço bem os meus erros, e o meu pecado está sempre diante de mim.

Contra ti eu pequei – somente contra ti – e fiz o que detestas. Tu tens razão quando me julgas e estás certo quando me condenas. De fato, tenho sido mau desde que nasci; tenho sido pecador desde o dia em que fui concebido.
O que tu queres é um coração sincero; enche o meu coração com a tua sabedoria.

Tira de mim o meu pecado, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais branco do que a neve. Faze-me ouvir outra vez os sons de alegria e de felicidade; e, ainda que tenhas me esmagado e quebrado, eu serei feliz de novo.

Não olhes para os meus pecados e apaga todas as minhas maldades. Ó Deus, cria em mim um coração puro e dá-me uma vontade nova e firme! Salmo 51 NTLH

O escritor Marcos de Benecdito faz uma análise interessante desta oração de Davi, onde podem ser vistos o que ele chama de “passos para a restauração”:

Renovação

Purificação

Perdão

Confissão

Arrependimento

Desespero

Culpa

Erro

O arrependimento de Davi foi sincero e profundo. Ele não orava somente pelo perdão, mas pela pureza de coração. Não se desesperou e desistiu. Ele via a evidencia de ser perdoado e aceito, nas promessas de Deus aos transgressores arrependidos. Mesmo caído, o Senhor o levantou. Felizmente o rei encontrou o perdão de Deus e passou a andar em Seu conselho a ponto de o Senhor dizer sobre ele: homem segundo o meu coração (Atos 13:22).

Na alegria de seu livramento, cantou: Confessei-Te o meu pecado, e a minha maldade não encobri; E Tu perdoaste a maldade do meu pecado. Tu me cinges de alegres cantos de livramento. (Sal. 32:5-7).

E a Desfecho?

Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados Atos 3:19

Você sabe de quem é este apelo? Do próprio Pedro, em cuja experiência pessoal vemos uma das melhores demonstrações bíblicas de ARREPENDIMENTO. No exemplo do apóstolo vemos o reconhecimento do erro, o desejo incontido de abandoná-lo e uma mudança de rumo e atitude. Isto é CONVERSÃO!

Uma menina que tinha feito algo errado foi indagada pelo seu pai se ela gostaria de pedir perdão a Jesus. “Não!”, ela respondeu. Pensando que ela talvez não tivesse entendido direito, ele repetiu a pergunta, recebendo a mesma resposta. Ele perguntou, então, se ela achava que tinha cometido um erro. Ela concordou que tinha, mas disse que não queria pedir perdão. Gostaria de fazê-lo mais tarde, pois ainda não tinha terminado de fazer o que estava realizando e queria desfrutar o prazer de seu pecado um pouquinho mais antes de pedir perdão. Não há razão para pedir que Deus nos perdoe por determinado pecado se não estamos arrependidos e com vontade de abandoná-lo. Isso não é boa lógica, nem bom cristianismo (Adaptado de M. L. Andreasen, A Faith to Live By (Washington, D.C.: Review and Herald, 1943), 98).

Então, é o seguinte…

É possível haver ARREPENDIMENTO sem CONVERSÃO, mas é impossível CONVERSÃO sem ARREPENDIMENTO. CONVERSÃO do que? Do caminho de pecado que trilhamos. Isto nos leva a perceber que todos precisamos de ARREPENDIMENTO e mudança porque todos pecamos.

Eu o desafio a ler as passagens do Novo Testamento que relacionam os pecados, considerando cuidadosamente sua própria vida. Dê uma olhada cuidadosa em I Coríntios 6:9-11; Gálatas 5:19-21; Efésios 5:3-7; Colossenses 3:5-11; 2 Timóteo 3:1-5 e Apocalipse 21:8. Honesta e responsavelmente precisamos admitir, por estas passagens, que estamos todos condenados, pelo menos por um pecado. Quando Deus relaciona tais pecados, está claramente pronunciando nossa culpa. Fazer o que Deus proibiu é pecado (I João 3:4). Não fazer o que Ele exigiu é pecado (Tiago 4:17). A conseqüência do pecado é a eterna separação de Deus (Romanos 6:23; II Tessalonicenses 1:8-9). Eu tenho pecado.Você tem pecado. Necessitamos do perdão misericordioso de Deus.

João Batista instruiu: Produzi, pois, frutos dignos de ARREPENDIMENTO (Mateus 3:8). Uma pessoa que realmente mudou de atitude com respeito ao pecado manifestará essa mudança em suas ações, pois pelos seus frutos os conhecereis (Mateus 7:20).

Você sabe que frutos são estes? Quando Davi estava se convertendo de seus pecados, ele pediu a Deus: não me retires o teu Santo Espírito (Salmo 51:11), Ser Divino que produziria no rei convertido o Seu fruto: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. (Gálatas 5:19-26).

Ore, confesse seus pecados a Deus e peça que Ele coloque em seu coração o verdadeiro ARREPENDIMENTO e, em sua vida, o poder para não pecar.

Seria errado voltar atrás?

Um abraço,

Pr. Valdeci Jr.

Serão salvas as crianças que morreram antes de atingirem a idade da razão?

bebe - União Adventista

A possibilidade dessas crianças serem salvas parece, à primeira vista, descartada pelas afirmações de que “quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado” (Mar. 16:16), e que, para crer, é necessário entender o evangelho (Rom. 10:12-15). Na tentativa de resolver esse dilema, a Igreja Católica e mesmo alguns reformadores (inclusive Lutero) argumentavam que Deus concede o “dom” da fé a um bebê que for batizado, sendo assim salvo da culpa do “pecado original” de Adão. Mas essa proposta é inaceitável, pois as Escrituras ensinam que os seres humanos herdam apenas a natureza pecaminosa, sem que lhes seja atribuída a “culpa” do pecado de Adão. Além disso, a Bíblia não recomenda a prática do batismo infantil nem reconhece o caráter sacramental desse rito. No entanto, a experiência do ladrão que se converteu na cruz (Luc. 23:39- 43) confirma que entre os remidos estarão pessoas que não tiveram condições de ser batizadas. Nessa categoria estão as crianças que morreram antes de atingirem a idade ideal para o batismo.

A salvação das crianças é uma questão que transcende à mera questão do batismo. Se os pecadores são justificados unicamente pela fé em Cristo (Rom. 5:1 e 2; cf. João 14:6), como pode uma criança que não exerceu conscientemente tal fé ser justificada para a salvação? As declarações de Ellen G. White nos livros Mensagens Escolhidas, vol. 2, págs. 259 e 260 (tópico “As Crianças na Ressurreição”); ibid., vol. 3, págs. 313- 316 (capítulo “Perguntas a Respeito dos Salvos”); e Eventos Finais, págs. 253 e 254 (tópico “A Salvação de Criancinhas e de Imbecis”) revelam pelo menos três conceitos fundamentais sobre a salvação de crianças que morreram em tenra idade. Um deles é que os filhos de pais crentes serão salvos, pois a fé dos pais é extensiva aos filhos que ainda não atingiram a idade da razão.

É-nos assegurado que “a fé dos pais que crêem protege os filhos, como sucedeu quando Deus enviou Seus juízos sobre os primogênitos dos egípcios” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 314). Os pais crentes podem ter a certeza de que esses pequeninos lhes serão devolvidos na gloriosa manhã da ressurreição. “Ao surgirem os pequenos, imortais, de seu leito poento, imediatamente seguirão caminho, voando, para os braços maternos. Reencontrar-se-ão, para nunca mais se separarem“ (ibid., vol. 2, pág. 260).

Outro conceito fundamental é que no céu estarão também criancinhas cujos pais não serão salvos, e que elas serão cuidadas pelos próprios anjos até atingirem a estatura necessária para se manterem sozinhas. Ellen White declara que “muitos dos pequeninos, porém, não terão mãe ali. Em vão nos pomos à escuta do arrebatador cântico de triunfo por parte da mãe. Os anjos acolherão os pequeninos sem mãe e os conduzirão para junto da árvore da vida” (ibid.). Em contraste com a fé dos pais crentes que é extensiva aos filhos em tenra idade, não existe qualquer possibilidade de os pais incrédulos protegerem seus filhos desta forma. A salvação de tais crianças é, por conseguinte, um ato exclusivo da graça de Deus, a respeito do qual não é apropriado conjecturar.

Um terceiro conceito fundamental é que “não podemos dizer se todos os filhos de pais descrentes serão salvos, porque Deus não tornou conhecido o Seu propósito a respeito desse assunto” (ibid., vol. 3, pág. 315). Ellen White esclarece também que, por ocasião da primeira ressurreição, “todos saem do túmulo com a mesma estatura que tinham quando ali entraram”, e que, durante o milênio, “os remidos crescerão até à estatura completa da raça em sua glória primitiva” (O Grande Conflito, págs. 644-645). Como, então, Ellen White pôde ver, em sua primeira visão, a presença de crianças ainda na nova terra (ver Primeiros Escritos, pág. 19)?

É provável que as cenas dessa visão tenham sido descritas tematicamente em Primeiros Escritos, sem a mesma precisão cronológica que caracteriza o conteúdo de O Grande Conflito. Portanto, entre os salvos estarão os filhos que morreram em tenra idade cujos pais se salvarão, bem como outras criancinhas cujos pais se perderão. Durante o milênio essas crianças, juntamente com os demais remidos, crescerão até atingirem a estatura original da raça humana.

Alberto R. Timm (publicado na Revista do Ancião out-dez 2006)
Fonte: www.centrowhite.org.br

Seria errado ter fé?

Fé em Jesus - União Adventista

Você conhece aquela história do homem que queria dominar uma aeronave sem ser piloto? Ele comprou um manual que supostamente o ensinaria tudo e decidiu ser um autodidata no assunto. O que ele queria, na realidade, era um caminho mais curto.

Pois bem, ele sentou-se dentro da cabine do avião, colocou o manual de pilotagem no colo, abriu na primeira página e foi seguindo as instruções, passo a passo. Funcionou os motores, fez os preparativos necessários, tomou velocidade na pista e levantou vôo.

“Que fantástico!” Ele começou a imaginar: “Que ignorância daquelas pessoas que passam um tempão com estudos e burocracia, para depois chegarem onde estou. Pilotar é tão fácil e, acima de tudo, tão bom!”

Seguindo avante nas páginas do manual, fazendo todas as manobras aéreas que aquele guia ensinava, o novo “piloto”, viajando sobre as nuvens, chegou na última página que trazia em letras bem grandes somente a seguinte instrução: “PARA APRENDER TUDO SOBRE ATERRISAGEM, ADQUIRA O VOLUME DOIS DESTA COLEÇÃO”.

Você é um estudioso? Creio que sim. Mas, neste estudo, quero fazer-lhe um desafio: você acredita no que lê?

Ser alguém estudioso… Sem levar em conta a formação, a religião, a cor, o sexo, a idade ou a origem, o ser humano é assim: todos são igualmente curiosos. Todos procuram explorar algum tipo de “campo até então desconhecido”.

Cada pessoa tem seus modos diferentes de fazer suas “pesquisas”. No nosso caso (adventistas), pesquisamos através do estudo. Por isso produzimos artigos como este que você está lendo. Juntos crescemos no conhecimento que vem da parte dAquele que tudo sabe.

É verdade que, além de curiosos, muitas vezes somos céticos. Duvidamos e então pesquisamos. Ou então, depois de pesquisar, duvidamos.

Sabe, as palavras têm um poder incrível. Penetram vidas que duvidam e mentes confusas. Rompem e atravessam diferenças de todos os tipos. Estou falando do poder da Palavra de Deus, sob a qual, somos todos de uma mesma família. Portanto, ler os bons materiais que este site apresenta é entrar para uma realidade de esperança e verdade que Deus oferece a você.

Acredito que talvez você tenha uma infinidade de razões para estar insensível quanto ao que está lendo. Mas, não tenho dúvida de uma coisa: o estudo da Palavra de Deus proporciona a chance de avaliar uma dimensão maior, sem medida e transcendente, do amor de Cristo.

Peça a Deus que lhe dê sabedoria para entender o que é correto, e então, que você viaje através da leitura dos textos, versículos, capítulos e livros da Bíblia sugeridos nos bons textos que lê.

Em uma experiência inédita, você vai ficar muito feliz, porque são “bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo (Ap 1:3)”.

Esteja você agora com FÉ ou sem FÉ, convido-lhe a descobrir o que está escrito na Bíblia sobre a FÉ.

O Que é FÉ

Numa definição mais teórica, o apóstolo Paulo escreveu que “FÉ é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver” (Hebreus 11:1 BLH).

Um grande exemplo de viver a prática desta FÉ pode ser visto na experiência de Jó. Quando ele se encontrava num sofrimento de desgraças extremas ainda pôde dizer: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim” (Jó 19:25-27 RA).

Imagino que talvez você deva estar se perguntando: “mas para que ter FÉ?”, “por que preciso ter FÉ?”

Para Que Serve a FÉ

Para se aproximar de Deus é preciso ter FÉ porque “de fato, sem FÉ é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6 RA). É através desta aproximação que nos tornamos “filhos de Deus”, e isto acontece “mediante a FÉ em Cristo Jesus” (Gálatas 3:26 RA).

Quando pedimos algo para Deus, uma das condições básicas para recebermos as Suas bênçãos é ter FÉ (Tiago 1:6).

A FÉ capacita-lhe a defender-se dos piores males; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno (Efésios 6:16 RA).

“Nos dias do Novo Testamento os dardos frequentemente eram feitos com estopa embebida em substância combustível e então acesos, de modo que os escudos de madeira necessitavam de uma cobertura de couro a fim de extinguir o fogo rapidamente. Paulo sabia que ‘as ciladas do diabo’ incluíam esses dardos inflamados, a saber, as línguas dos homens que agem como flechas, as setas de impureza, egoísmo, dúvida, medo, desapontamento, que são planejadas pelo inimigo com o intuito de queimar e destruir. O apóstolo sabia que somente a dependência de FÉ em Deus podia debelar e anular o efeito de tais armas, sempre que fossem atiradas no cristão” (Francis Foulkes, EFÉsios – Introdução e Comentário – São Paulo: Editora Mundo Cristão, 1963, pág. 145).

Amigo, a vitória sobre tentações, dúvidas, sensualidades, desesperos, provações, rebeliões, culpas, etc, através da FÉ, pode ser tão grande, a ponto de levar a vencer o mundo inteiro! Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé (1 João 5:4 RA).

Mas… a maior finalidade da FÉ é a salvação da nossa alma (1 Pedro 1:9). “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16 RA).

Por Que Ter FÉ

Podemos dividir a razão da nossa necessidade de adquirir FÉ em cinco partes básicas:

1) Porque é uma necessidade humana básica. Nós é que precisamos ter FÉ. Mas Jesus, ouvindo, disse: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. (Mateus 9:12 RA).

2) Porque tudo que não provém de FÉ é pecado (Romanos 14:23 RA).

3) Porque todos pecaram e carecem da glória de Deus (Romanos 3:23 RA).

4) Porque precisamos ser salvos do pecado. (Leia: Romanos 7:24 e 25; e Efésios 2 :1-5)

5) Porque é o único meio para alcançar a graça da salvação. Justificados, pois, mediante a FÉ, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; (Romanos 5:1 RA) Pois pela graça de Deus vocês são salvos por meio da FÉ. Isso não vem de vocês, mas é um presente dado por Deus. A salvação não é o resultado dos esforços de vocês; portanto, ninguém pode se orgulhar de tê-la. (Efésios 2:8 e 9 BLH).

Esta é a maior necessidade do ser humano: ser salvo em Jesus e alcançar a vida eterna. Acreditar nisto, é um ato de FÉ. A FÉ é a confiança em Deus, ou seja, a crença de que Ele nos ama e conhece perfeitamente o que é para o nosso bem.

Como Conseguir FÉ

Você quer ter FÉ?

Imagine alguém que está muito doente e precisa urgentemente de uma receita médica. Esta receita está ao seu alcance, pois o médico encontra-se muito acessível.

Este “enfermo” somos eu e você, e o médico é Jesus (Leia novamente Mateus 9:12).

Segundo o que está escrito na Bíblia, o principal meio de adquirirmos FÉ é aprendendo a Palavra de Deus. “Portanto, a FÉ vem por ouvir a mensagem, e a mensagem vem por meio da pregação a respeito de Cristo” (Romanos 10:17 BLH).

Quer ter muita FÉ? O tamanho da sua FÉ é proporcional, também, ao quanto você estuda a Bíblia. Percebe? Que vantagem em estar fazendo este estudo!

A Bíblia também ensina que, quando procuramos fazer a vontade de Deus, a nossa FÉ aumenta. “Veja como a sua FÉ e as suas ações agiram juntas. Por meio das suas ações, a sua FÉ se tornou completa” (Tiago 2:22).

Conclusão

Certa vez, um malabarista chamava a atenção de um grande público, por conseguir atravessar uma incrível distância, sobre uma altura mortal, caminhando por cima de uma corda.

Para aumentar o entusiasmo de sua platéia, aquele artista fez um desafio. Ele perguntava se havia alguém ali que acreditava que ele poderia atravessar novamente, mas desta vez, empurrando um carrinho de mão. “Fiéis” e empolgados, todos eles gritavam:

“Nós acreditamos!” “Vai que você consegue!”

Valorizando a confiança nele depositada, o profissional encarou o desafio e venceu.

Foi então que ele perguntou se alguém acreditava que ele poderia atravessar, carregando, no carrinho, uma pessoa. Perto do malabarista, uma senhora, fez alarde de sua FÉ, gritando:

“Não tenho dúvida nenhuma! Você consegue! Vá em frente!”

O artista, olhando para ela, falou:

“Se a senhora crê que consigo, seja você a pessoa que irá comigo. Entre no carrinho!”

Amigo, provavelmente você conclua, para si mesmo, ser alguém que acredita que, pela FÉ, podemos ser salvos em Jesus. Ele desafia-lhe a crer, para receber esta salvação. E ensina que para crer, é preciso dar ouvidos à Sua Palavra. É aprendendo sobre a Bíblia que você “entra no carrinho”.

Estude a Bíblia! Você pode começar lendo os capítulos 11 e 12 do livro de Hebreus. Vai entrar para a lista destes heróis da fé, como alguém de quem o mundo “não é digno” (Hebreus 11:38).

Aceite a FÉ, dom gratuito oferecido por Deus, continuando a estudar Sua Palavra. No meu próximo artigo tentarei dar-lhe a oportunidade de descobrir o que está escrito sobre como Cristo oferece esta salvação. Vai estudar sobre a GRAÇA.

Um abraço,

Pr. Valdeci Jr.

A Promessa da Redenção

Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gênesis 3:15

Ao ver a queda de uma flor e de uma folha, Adão e sua companheira testemunharam os primeiros sinais da decadência. De maneira clara, perceberam a cruel realidade de que todas as criaturas vivas deveriam morrer. Mesmo o ar, de que dependia a sua vida, continha as sementes da morte.

Continuamente se lembravam também de seu domínio perdido. Entre os seres inferiores, Adão se achara como rei, e enquanto permaneceu fiel a Deus, toda a natureza reconheceu o seu governo; mas, após a transgressão, foi despojado desse domínio. O espírito de rebelião a que ele próprio havia dado entrada, estendeu-se por toda a criação animal. Assim, não somente a vida humana, mas a natureza dos animais, as árvores da floresta, a relva do campo, o próprio ar que ele respirava, tudo apresentava a triste lição do conhecimento do mal.

Entretanto o homem não ficou abandonado aos resultados do mal que havia escolhido. Na sentença pronunciada sobre Satanás, ficou notificado que haveria redenção. “Porei inimizade entre você e a mulher”, disse Deus, “e entre a sua descendência a o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar” (Gn 3:15). Esta sentença proferida aos ouvidos de nossos primeiros pais, era uma promessa. Antes de ouvirem acerca dos espinhos e cardos, de trabalhos e tristezas que deveriam ser o seu quinhão, ou do pó a que deveriam voltar, ouviram palavras que não poderiam deixar de lhes dar esperança. Tudo que se havia perdido, rendendo-se a Satanás, poderia ser recuperado por meio de Cristo.

O mesmo nos é sugerido também pela natureza. Apesar de maculada pelo pecado, ela fala não somente da criação, mas também da redenção. Embora a terra seja testemunha da maldição, com sinais evidentes de decadência, é ainda rica e bela nos indícios de um poder que confere vida. […]

Onde quer que o mal tenha chegado, pode-se ouvir a voz de nosso Pai ordenando a Seus filhos que vejam nos seus resultados a natureza do pecado, admoestando-os a abandonar a maldade e convidando-os a receber o bem (Ed, p. 26, 27).