Reflexão: Parábola da Indecisão

Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus. E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.

O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
– Ei, desce do muro agora… Vem pra cá!
O grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada.

Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:

– O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?

Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:

É PORQUE O MURO É MEU!

Salmo 23 – Reflexões

Uma linda reflexão do Salmo 23 para você. Para acessar, basta clicar no link ou na imagem.

Salmo 23 - União AdventistaSalmo23 – Reflexoes

Boletim Virtual 01/11/2008

Olá pessoal!

Todos os visitantes do site são privilegiados com informações atualizadas e antecipadas. Veja abaixo o nosso boletim que será distribuído amanhã:

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A Espera

Aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus.” Tito 2:13

A espera caracteriza nossa existência sobre a Terra. Enquanto vivermos estaremos sempre à espera e a caminho. O verso devocional diz: “Aguardando a bendita esperança”. Enquanto Deus é Aquele que vem nas nuvens para nos buscar, nós somos os que vamos ao Seu encontro nos ares para estar sempre com o Senhor.

Alguns perguntam: “Onde está a promessa da Sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2Pe 3:4). Até mesmo alguns cristãos estão pondo em dúvida o sentido e a realidade dessa expectativa.

É bastante comum ouvir entre muitos crentes certas frases-chavão, como: “Aguardamos aquele maravilhoso dia!”, “Estamos fartos deste mundo!”, “Quando aquele dia chegar, estejamos preparados!”, “Já antevemos aquele dia que todos aguardamos ansiosos!”, etc. Mas, será que estamos conscientes do que elas significam? Ou apenas as proferimos por hábito? Não desconheço que muitos são sinceros ao proferi-las, mas, infelizmente, não posso dizer o mesmo a respeito de todos porque a vida de muitos não condiz com o que elas significam.

A segunda carta de Pedro, no capítulo 3, nos esclarece o motivo dessa aparente demora que tem desanimado até mesmo alguns membros da igreja. Primeiro, mostra que o conceito de Deus para tempo é bem diferente do nosso (v. 8 ) e, segundo, apresenta essa demora como um dos muitos gestos magnânimos de Deus, que concede mais tempo de preparação para aqueles que ainda não se conscientizaram da urgência do tempo. É que Ele não quer que ninguém se perca, mas que todos se arrependam (v. 9).

Por outro lado, a proximidade da segunda vinda de Cristo sem a justa e devida preparação, corre o risco de não ser percebida (v. 10, 11). Corremos ainda um outro perigo, o de cairmos num ritualismo rico em formalidades, mas vago em sua essência. Deus não Se encontra onde há indiferença e apatia espiritual, por mais que Ele seja invocado.

Se realmente cremos que Jesus está para vir, as coisas não podem continuar como estão. Ele só poderá vir se Lhe abrirmos espaço em nosso coração e em nossa vida.

REFLEXÃO: “Por essa razão […] empenhai-vos por serdes achados por Ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” (2Pe 3:14).

O Espírito Santo

Espirito Santo
Espírito Santo

Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo, e, com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus.” Atos 4:31

Eu estava num hotel na cidade de Itapema, Santa Catarina, participando de um Seminário Maranata com pastores e líderes de igrejas. À noite, no meu quarto, liguei a televisão exatamente no momento em que estava indo ao ar um conhecido programa pentecostal. O orador, com voz pungente, incitava seus ouvintes a dar glórias, aleluias e muitas graças a Deus pelas maravilhas operadas entre o povo pelo Espírito Santo. “Ele está em nosso meio”, dizia. “Eu O invoco para que Ele Se manifeste… Glória ao Espírito de Deus!” E o povo respondia: “Amem! Amém!”

Eles, ao seu jeito, fala muito sobre o Espírito Santo, enquanto outros crentes vão a outro extremo, falam pouco. Temos de convir que há, entre nós, certo preconceito ao falar sobre a pessoa do Espírito Santo e Sua obra, pois logo O relacionamos com as chamadas “línguas estranhas” e com aquele barulho peculiar das igrejas carismáticas. Então, nos encolhemos, a igreja é privada de tão grande bênção e o inimigo ganha terreno.

Este é o objetivo dele: colocar-nos longe da presença do Espírito Santo. Com tudo isso, o Espírito de Deus Se entristece, pois a Sua augusta e divina imagem está sendo desvirtuada. Que acha de, durante alguns dias, nas próximas meditações diárias, com toda a humildade, procurarmos conhecer um pouco mais sobre a Terceira Pessoa da Trindade – Deus, Espírito Santo?

Diz Ellen White: “A promessa do Espírito Santo é assunto em que pouco se pensa; e o resultado é o que é de esperar – aridez, trevas, decadência e morte espirituais. Assuntos de menor importância ocupam a atenção, e o poder divino que é necessário ao desenvolvimento e prosperidade da igreja e que traria após si todas as outras bênçãos, esse falta, conquanto oferecido em sua infinita plenitude” (Testemunhos Seletos, v. 3, p. 211, 212).

Temos necessidade de conhecer melhor a atuação do Espírito Santo, não apenas do ponto de vista teológico ou doutrinário, mas especialmente do ponto de vista experimental, como por exemplo: o que significa Ele para a nossa vida? Como podemos privar da Sua companhia e amizade cada dia? Esse assunto tão importante e vital para a salvação deve ser estudado com muita devoção à luz da Palavra de Deus.

REFLEXÃO: “E lhes concedeste o Teu bom Espírito, para os ensinar” (Ne 9:20).

Não me desampares Senhor

Não me desampares Senhor, Deus meu, não Te ausentes de mim. Apressa-Te em socorrer-me, Senhor, salvação minha.” Salmo 38:21, 22

Ontem, eu disse que Deus ainda provou a fé da irmã Ernestina, mas não por muito tempo. Todos estavam ali ao redor da mesa, aguardando uma resposta à oração da fé, quando, em menos de uma hora, alguém bateu à porta. Era um sobrinho de Ernestina que acabava de chegar com um barco carregado de alimentos para o orfanato.

Contou que estava navegando rio acima, em direção a Araguacema, com o barco vazio quando, naquela manhã, ao passar próximo de uma charqueada sentiu dentro de si um impulso inexplicável de contar ao seu dono, que era seu amigo, sobre as necessidades de sua tia em manter aquelas crianças e que, às vezes, nem comida suficiente havia para alimentá-los. Sem pensar muito, desviou o barco, ancorando-o na frente daquele estabelecimento comercial.

Ao ouvir a história, aquele senhor sentiu que devia ajudar as crianças e mandou carregar o barco com alimentos. E, justamente no momento da oração da irmã Ernestina, menos de uma hora antes de sua chegada, o sobrinho dessa bondosa senhora já estava navegando em direção ao orfanato com a carga preciosa. Ainda estavam ao redor da mesa aguardando a resposta da oração, quando ele chegou e pediu que as crianças e outras pessoas o ajudassem a descarregar o barco.

Que alegria para as crianças e para a irmã Ernestina! Depois de uma oração de gratidão a Deus, começaram a descarregar a embarcação: sacos de farinha de mandioca, sacos de arroz, polvilho, carne seca, açúcar, latas de bolachas, feijão, sabão e uma peça de roupa para cada criança. E o dono da charqueada ainda mandou dizer à irmã Ernestina que, quando estivesse em dificuldades, mandasse avisá-lo, pois ele estava pronto a ajudá-la em outras ocasiões.

Aquela carga de mantimentos, que veio como resposta à oração da fé, foi suficiente para alimentar aquelas quarenta crianças por mais de um mês.

Um dos fatores mais importantes quanto à oração autêntica é a paciência, isto é, a capacidade de esperar. Quem espera a resposta a suas orações e está aberto às orientações de Deus, verá a maneira maravilhosa como Ele prepara a sua ajuda. E quase sempre muito melhor do que esperamos.

REFLEXÃO: “Não vos inquieteis com nada; mas apresentai a Deus todas as vossas necessidades, pela oração e pela súplica, em ação de graças” (Fp 4:6, Edição Paulina).

Oração Secreta


“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto.”
Mateus 6:6

Quando você entra num quarto para orar em secreto, ninguém deve ouvir seu clamor, sua confissão, louvor, ou mesmo palavras de gratidão – só Deus. Você está em audiência com o Rei. Nesse momento, seu aposento se transforma no seu “Santo dos santos,” onde Deus Se revela a você.

Então, em meio ao silêncio e “sozinho abra seu coração aos olhos de Deus. A oração secreta só deve ser ouvida por Ele – o Deus que ouve as orações. Nenhum ouvido curioso deve partilhar dessas petições em que alguém entrega a Deus suas dificuldades. Na oração secreta a pessoa está livre das influências do ambiente, livre de excitamento. Calmamente, mas com fervor, pode buscar a Deus” (Caminho a Cristo, p. 98).

A pessoa que se concentra em Deus neste seu “deserto”, longe de toda e qualquer distração, é como abrisse um poço em meio à terra seca, de onde tira água em abundância para saciar a sua sede de Deus.

Esse modo de orar pode ser exemplificado pela ordem dada por Deus a Moisés, para que subisse o Monte Sinai aonde não podia levar, nem sequer, o seu amigo íntimo – Josué. Era um encontro secreto entre Moisés e Deus. Mas quando retornou da presença de Deus para o arraial de Israel, seu rosto estava brilhando, tão impregnado estava pelo encontro que tivera com o Rei. Isto é o que acontece com quem ora assim. Há uma transformação, de modo que a imagem de Cristo passa a ser refletida nele. Ele sai de sua câmara secreta habilitado para transformar seu ambiente, sua família, sua igreja e seus amigos, levando-os para mais perto de Deus.

Grandes batalhas têm sido travadas dentro de um quarto de portas fechadas: batalhas contra o eu, contra pecados secretos, contra nossa natureza má e indomável, e contra outros pecados.

Quantas lágrimas são derramadas ali, a sós com Deus! Mas, também, quantas vitórias são alcançadas, quanta bênção e quanto perdão recebidos. Faça essa experiência e você experimentará a alegria de viver.
Essa maneira de orar nos propicia excelentes condições para ouvirmos o que Deus tem a nos dizer. Ele tem coisas a esclarecer-nos. Esperemos que Ele nos fale ao coração.

REFLEXÃO: “Eis que te comprazes na verdade no íntimo, e no recôndito me fazes conhecer a sabedoria” (Sl 51:6).